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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Confira razão que não permitiu USS Fort McHenry entrar em porto qualquer por 2 meses

O navio Fort McHenry, da Marinha dos Estados Unidos, atualmente está cumprindo uma missão no golfo Pérsico. No entanto, ele já lá está há dois meses, mas nunca entrou em nenhum porto. Qual pode ser a razão para esse "isolamento" tão estranho?


Sputnik

Segundo revelaram representantes da 5ª Frota dos EUA à CNN, nos últimos dois meses o navio de desembarque da Marinha dos Estados Unidos, da classe Whidbey Island, não conseguiu entrar em nenhum porto devido a um surto de parotidite, uma infecção viral parecida com a caxumba.


Navio USS Fort McHenry da Marinha americana
USS Fort McHenry © Foto: Marinha dos EUA / Jonathan B. Trejo

O navio de guerra foi colocado sob quarentena no mar depois que 25 marinheiros foram diagnosticados com a doença. Entretanto, o caso mais recente foi relatado em 9 de março.

"Nenhum dos casos ameaça a vida [dos tripulantes] e todos já se recuperaram ou em breve devem se recuperar totalmente", informou a 5ª Frota dos EUA em um comunicado.

Ao mesmo tempo, acrescenta-se que desde que o caso inicial foi detectado, em 22 de dezembro, 24 dos 25 pacientes se recuperaram e retornaram ao serviço.

Todos os 703 militares a bordo do USS Fort McHenry já receberam as vacinas necessárias e os médicos militares estão atualmente avaliando quando o navio de guerra poderá ser considerado clinicamente seguro para fazer uma escala.

Conforme relatam funcionários da entidade militar estadunidense, citados pela CNN, "quando há grandes surtos de doenças, pode ser tomada a decisão de suspender as visitas a portos até 30 dias após a última doença relatada devido aos diferentes períodos de incubação".

O comando do navio, que transporta a bordo elementos da 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros, teve que modificar alguns de seus treinamentos programados para lidar com o impacto do surto, acrescentaram.

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