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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Cuba, Nicarágua e Venezuela podem ser próximas vítimas da OTAN, adverte mídia

A OTAN está mirando no Sul: dois países da região, Colômbia e Brasil, expressaram desejo de se unir à Aliança, escreveu a revista austríaca Contra Magazin. Os eventuais integrantes sul-americanos do bloco poderiam se concentrar contra Cuba, Venezuela e Nicarágua, advertiu o autor da matéria, Marco Maier.


Sputnik

Em maio de 2018, o então presidente colombiano, Juan Manuel Santos, anunciou o ingresso da Colômbia à OTAN como "sócio global". 

Bandeiras dos EUA e da OTAN na base aérea militar em Siauliai, Lituânia, 27 de abril de 2017
© REUTERS / Ints Kalnins

Atualmente, a lista de "sócios globais" da OTAN inclui Afeganistão, Austrália, Iraque, Japão, Mongólia, Nova Zelândia, Paquistão e Coreia do Sul, recordou Maier.

"Nenhum destes países está na região do Atlântico Norte. Não obstante, todos mantêm na medida do possível uma estreita cooperação militar com Washington, ou simplesmente são vassalos dos EUA, ou, de fato, ainda estão ocupados pelos norte-americanos", explicou o jornalista.

O autor recordou também que o presidente dos EUA, Donald Trump, deixou claro que estava "considerando seriamente a participação do Brasil na Aliança Atlântica, ou alguma outra aliança formal com o país sul-americano".

De acordo com Marco Maier, se o Brasil e a Colômbia realmente se unirem à OTAN, podem ser seguidos por outros países da América do Sul, cujos governos colaboram estreitamente com os EUA.

"Enquanto os integrantes europeus da OTAN se concentram em seu vizinho oriental, Rússia, os integrantes latino-americanos do bloco militar ocidental poderiam se concentrar nos países governados pela esquerda (Cuba, Venezuela, Nicarágua…), e empreender uma intervenção armada com a ajuda dos EUA", concluiu o jornalista.

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