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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Embaixador de Guaidó nos EUA assume controle de sedes militares em Washington e consulado em Nova York

Carlos Vecchio é reconhecido como embaixador pelo governo dos Estados Unidos, que apoiou a ação desta segunda-feira. Cerimônia teve participação do coronel José Luis Silva, adido militar da embaixada venezuelana que rompeu com Maduro e jurou lealdade a Guaidó.


Por G1

Carlos Vecchio, indicado pelo autodeclarado presidente interino Juan Guaidó como embaixador da Venezuela nos Estados Unidos, assumiu nesta segunda-feira (18) em nome do governo opositor três sedes diplomáticas nos Estados Unidos: duas sedes militares em Washington e o consulado venezuelano em Nova York.

Carlos Vecchio, indicado pelo autodeclarado presidente interino Juan Guaidó como embaixador da Venezuela nos Estados Unidos, hasteia bandeira venezuelana em sede diplomática militar em Washington, na segunda-feira (18) — Foto: Reprodução/Twitter/Carlos Vecchio
Carlos Vecchio, indicado pelo autodeclarado presidente interino Juan Guaidó como embaixador da Venezuela nos Estados Unidos, hasteia bandeira venezuelana em sede diplomática militar em Washington, na segunda-feira (18) — Foto: Reprodução/Twitter/Carlos Vecchio

A ação foi apoiada pelo governo americano. Segundo Vecchio, nos próximos dias outros consulados serão assumidos pelo governo Guaidó, e os serviços para cidadãos venezuelanos nos EUA serão progressivamente reativados.

Em seu perfil no Twitter, Vecchio informou ter recebido a bandeira venezuelana e a cadeia de comando das mãos do coronel José Luis Silva. Em janeiro, Silva anunciou que, como adido militar da embaixada da Venezuela, tinha decidido jurar lealdade a Guaidó como presidente interino venezuelano e romper fileiras com o governante Nicolás Maduro.

Na época, em entrevista à agência EFE, Silva disse que ainda se considerava "o adido de defesa da Venezuela" e que responderia às ordens de Guaidó e de Vecchio, que deu as boas-vindas ao coronel e lhe comunicou que poderia fazer parte de sua equipe diplomática em Washington.

'Destruição'


Vecchio também publicou fotos mostrando paredes e tetos degradados e reclamou do mau estado de conservação dos imóveis.

Segundo ele, a imprensa testemunhou "a destruição deixada pelo regime usurpador. Eles desmantelaram a rede consular em detrimento de milhares de cidadãos venezuelanos no #EEUU e do patrimônio saqueado para a #Venezuela".

Os EUA reconheceram em janeiro Vecchio como embaixador da Venezuela. Quase imediatamente, o venezuelano criou um equipe diplomática integrada, entre outros, por Gustavo Marcano, que cumpre as funções de ministro conselheiro nos EUA e foi prefeito do município Diego Bautista Urbaneja, situado em Lechería, no estado de Anzoátegui, no leste da Venezuela.

Vecchio, um dos dirigentes mais experientes e representativos do partido opositor Vontade Popular, tomou diferentes ações para fortalecer Guaidó – desde uma conferência para arrecadar fundos para a Venezuela até reuniões com os diretores da Citgo, a filial da companhia petrolífera estatal venezuelana, PDVSA, nos Estados Unidos.

Os EUA foram o primeiro país do mundo a reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela. O político, que preside a Assembleia Nacional Venezuelana (parlamento), invocou em 23 de janeiro artigos da Constituição para reivindicar a presidência, pois, na sua opinião, ela está sendo "usurpada" por Maduro.


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