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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Erdogan sobre compra de S-400 russos: 'Não haverá retrocesso'

Anteriormente neste mês, o presidente turco salientou que a compra de sistemas russos de defesa antiaérea S-400 não está conectada de nenhuma forma à segurança da OTAN, à dos Estados Unidos ou ao contrato de compra de caças norte-americanos F-35.


Sputnik

Turquia continuará comprometida com o acordo de compra dos S-400 apesar da oposição de Washington, afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, ao canal de noticias turco TGRT.

Sistemas russos de defesa antiaérea S-400
S-400 Triumph © Sputnik / Sergei Malgavko

"Não haverá retrocesso quanto aos S-400. Em se tratando dos [sistemas de mísseis] Patriot, se os Estados Unidos nos oferecerem condições aceitáveis, nós estaremos abertos para eles também", sublinhou Erdogan.

Ele se mostrou esperançoso que os problemas entre a Turquia e os EUA envolvendo a compra de sistemas russos de defesa antiaérea possam "ser resolvidos da mesma forma que foram resolvidas outras questões".

Ainda neste mês, Erdogan confirmou que o acordo para compra de S-400 já foi assinado entre as partes, com primeira remessa prevista para julho.

"Ponto final", disse ele, acrescentando que o governo turco não cancelará o acordo, mesmo com o protesto de Washington.

A declaração turca sucede comentários do porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA, Charlie Summers, sobre a possibilidade de "consequências graves" na relação militar entre Turquia e EUA que prejudicariam também a venda de sistemas de mísseis Patriot e de caças furtivos F-35 se Ancara prosseguir com a compra dos S-400 russos.

"Eles [turcos] não vão obter F-35 se comprarem S-400", avisou Summers.

Por sua vez, o ministro da Defesa turco, Hulusi Akar, afirmou que Ancara estava esperando receber caças F-35 em novembro, apesar das críticas de Washington.

Em 2017, Rússia e Turquia assinaram contrato, estimado em 2,5 bilhões de dólares, de venda de quatro baterias de S-400, com Ancara vindo a se tornar o quarto país a possuir o sistema de mísseis depois da própria Rússia, da Bielorrússia e da China.

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