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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

'Erro imperdoável': embaixador critica plano de Guaidó de mudar embaixada para Jerusalém

O líder da oposição venezuelana Juan Guaidó cometeu um erro grave em relação ao mundo árabe anunciando a sua prontidão de mudar a embaixada para Jerusalém, declarou Omar Vielma Osuna, embaixador venezuelano na Jordânia.


Sputnik

"Foi formado um governo ilegítimo liderado por Guaidó e eles cometeram um erro imperdoável declarando que abririam a embaixada em Jerusalém. O mundo árabe se revoltou contra essa ideia", disse o embaixador.


Jerusalém
Jerusalém | CC BY-SA 2.0 / Dan

De acordo com Osuna, o novo modelo econômico da Venezuela é destinado a mostrar aos EUA que Caracas, junto com os seus parceiros do mundo árabe, é capaz de resistir à economia norte-americana.

"O novo modelo econômico da Venezuela implica trabalhar com ouro, metais e outros produtos, então queremos mudar as políticas econômicas no mundo e mostrar ao mundo que nós, junto com os nossos colegas da região árabe, podemos resistir à economia dos EUA", acrescentou ele.

No mês passado Juan Guaidó anunciou planos de restabelecer os laços com Israel, em um gesto para normalizar as relações bilaterais congeladas por Caracas em 2009 devido aos massacres na Faixa de Gaza.

Em 23 de janeiro, Juan Guaidó se declarou presidente interino da Venezuela e foi imediatamente reconhecido pelos EUA, Canadá, Brasil e muitos dos aliados latino-americanos e europeus de Washington. O governo venezuelano descreveu a ação da oposição como uma tentativa de golpe de Estado. Rússia, China, Bolívia, Cuba, Irã, Síria e cerca de uma dúzia de outros países manifestaram apoio ao governo legítimo de Maduro.

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