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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Estados Unidos revigoram programa da Guerra Fria para conter Rússia

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) pretende revigorar programa de contenção da Rússia na Europa, que surgiu pela primeira vez durante a Guerra Fria, informa o portal Aviation Week.


Sputnik

O conceito sustenta a estratégia do programa Assault Breaker para criar armas "inteligentes" e de alta precisão, que deveriam parar unidades mecanizadas e tanques soviéticos em caso de início de ataque do Exército Vermelho à Europa.


Bombardeiro estratégico B-52 da Força Aérea dos EUA
B-52 Stratofortress © AP Photo/ Mindaugas Kulbis

Note-se que militares dos EUA planejavam conter o contingente soviético superior na Europa com a ajuda de sistemas de aeronaves e bombas capazes de detectar e destruir equipamentos independentemente.

Naquela época, para cumprimento da missão de contenção, foram escolhidos aviões E-8C JSTARS, que surgem também na versão atualizada do programa como aviação para detecção de inimigo, escreve a mídia. Supõe-se que, depois de detecção, bombardeiros B-52H realizarão ataque de mísseis a veículos blindados inimigos.

A munição utilizada deve ser dotada de sensores infravermelhos para atingir tanques. O programa estabelece 50% de chance de destruir o alvo, com cada bombardeiro estando armado com 20 mísseis. O revigoramento do programa Assault Breaker está associado ao sucesso da Rússia e da China na esfera militar. Segundo o jornal, a criação de um sistema de mísseis pode levar cerca de 10 anos.

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