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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

EUA ameaçam: 'Não ficaremos parados enquanto a Rússia exacerba tensões na Venezuela'

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, ligou para o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, para discutir a situação na Venezuela, informou o vice-porta-voz do Departamento de Estado, Robert Palladino, sobre conversa telefônica entre os dois líderes.


Sputnik

"O secretário de Estado, Michael R. Pompeo, ligou para o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, hoje, 25 de março, sobre a situação na Venezuela", declarou Palladino.

Mike Pompeo
Mike Pompeo © AP Photo / Andrew Harnik

Durante a conversa, Pompeo disse a Lavrov que os Estados Unidos não ficariam de braços cruzados com relação às ações da Rússia na Venezuela.

"O secretário disse ao ministro russo de Relações Exteriores, Lavrov, que os Estados Unidos e os países da região não ficarão de braços cruzados à medida que a Rússia exacerba as tensões na Venezuela", ponderou Palladino no comunicado.

"A contínua inserção de militares russos para apoiar o regime ilegítimo de Nicolás Maduro na Venezuela pode prolongar o sofrimento do povo venezuelano que apoia esmagadoramente o presidente interino Juan Guaidó", acrescentou.

Até o momento, o Ministério de Relações Exteriores da Rússia ainda não se pronunciou sobre a ligação de Pompeo para Lavrov.

Um grupo de militares russos chegou à capital venezuelana de Caracas para participar de consultas com autoridades do governo do país sobre a cooperação bilateral da indústria de defesa, afirmou uma fonte diplomática em Caracas à Sputnik.

A Venezuela vem sofrendo de uma grave crise política há cerca de dois meses, depois que o líder da oposição do país, Juan Guaidó, proclamou-se ilegalmente presidente interino, contestando a reeleição do presidente venezuelano Nicolás Maduro no ano passado.

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