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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

EUA não ajudarão caso navios da Ucrânia entrem de novo no estreito de Kerch, segundo fonte

Os EUA não ajudarão o presidente ucraniano Pyotr Poroshenko se os navios da Marinha de guerra da Ucrânia entrarem mais uma vez no estreito de Kerch, informou a edição Strana.ua.


Sputnik

A edição ressaltou, citando um especialista norte-americano nas condições de anonimato, que a repetição do incidente provavelmente não seria apoiada pela União Europeia, pois isso poderia ser razão de cisão da posição comum em relação à Rússia.


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Estreito de Kerch | Reprodução

Segundo a Strana.ua, a administração do presidente norte-americano Donald Trump pode condenar publicamente uma nova provocação da parte ucraniana, se Poroshenko ignorar a posição dos EUA.

"Eles [os norte-americanos] se recusaram a apoiar Pyotr Poroshenko de forma dura, tanto no encontro com o vice-presidente [dos EUA Mike] Pence em Munique, como por outros canais", contou o interlocutor da edição.

Na qualidade de compensação, os EUA enviaram o destróier USS Donald Cook com mísseis Tomahawk, que permaneceu no mar Negro de 19 a 27 de fevereiro, afirmou a edição.

A fonte comentou o envio do navio norte-americano ao porto ucraniano de Odessa, desmentindo a posição do Comando dos EUA sobre uma "operação destinada a garantir a segurança no mar". Segundo o especialista, a ação foi destinada a fazer com que o presidente ucraniano pudesse falar sobre "o apoio norte-americano no mar".

Provocação no estreito de Kerch

Em 25 de novembro, três navios da Marinha ucraniana violaram as fronteiras da Rússia. Eles realizaram manobras perigosas durante várias horas sem atender às exigências das autoridades russas. Como resultado, os navios foram detidos e os marinheiros presos.

O presidente russo, Vladimir Putin, classificou o incidente no estreito de Kerch como provocação incentivada pelo presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko. Em particular, o líder russo indicou que tudo foi organizado para introduzir a lei marcial na Ucrânia e, assim, adiar as eleições presidenciais.

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