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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
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Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

EUA não descartam ataque nuclear preventivo para reforçar dissuasão, segundo relatório

Washington diz que não quer focar na política de "não ser o primeiro" a utilizar armas nucleares, já que a doutrina em questão poderia pôr em dúvida sua capacidade de defender parceiros, de acordo com o relatório do subsecretário adjunto de Defesa norte-americano, David Trachtenberg.


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O documento, de 28 de março de 2019, frisa que Washington há muito tempo mantém uma política de "ambiguidade construtiva", que "dissuadiu os potenciais adversários de coação ou de agressão nuclear desde o início da era nuclear".

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Bombardeiro B-2 Spirit dos EUA equipado com bomba nuclear de precisão | Reprodução

"A política de 'não ser o primeiro' [a utilizar armas nucleares] minaria a dissuasão ampliada dos EUA e prejudicaria a saúde de nossos aliados, já que poria em dúvida a garantia de que os Estados Unidos defenderiam seus aliados em circunstâncias extremas", afirmou Trachtenberg.

Além disso, o relatório indicou quais são as "circunstâncias extremas" que impulsionariam as autoridades dos EUA a usar armas. Entre outras causas, foram mencionados "ataques estratégicos significativos não nucleares" contra civis, instalações, forças nucleares e os comandos deles não somente dos EUA, mas também dos aliados.

Ao mesmo tempo, Trachtenberg indicou que a incerteza sobre a garantia de segurança poderia fazer com que os sócios dos EUA comecem a desenvolver próprias armas nucleares para proteção.

O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), assinado em 1987 entre os EUA e a URSS, foi um dos pilares do moderno regime de supervisão e controle sobre a não proliferação das armas nucleares. Os EUA suspenderam suas obrigações no âmbito do tratado no dia 2 de fevereiro, ao acusarem a Rússia de violá-lo. No dia 3 de março, o presidente russo, Vladimir Putin, assinou o decreto para a suspensão do Tratado INF.

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