Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

EUA reduzem relações diplomáticas com palestinos em Jerusalém

As relações dos Estados Unidos com os palestinos ficaram reduzidas a um departamento diplomático após a integração do consulado geral em Jerusalém à embaixada americana em Israel, conforme a medida anunciada em outubro pela Casa Branca que se tornou efetiva nesta segunda-feira.


EFE

Jerusalém - "Isso significa que as relações com os EUA não existirão porque não haverá um relacionamento com o embaixador dos EUA em Israel", explicou à Agência Efe um funcionário palestino.


Consulado americano em Jerusalém em foto de 2018. EFE/ Abir Sultan
Consulado americano em Jerusalém em foto de 2018. EFE/ Abir Sultan

A missão passará a ser liderada a partir de hoje pelo atual embaixador dos EUA em Israel, David Friedman, acusado em diversas ocasiões de promover e apoiar a colonização israelense nos territórios palestinos da Cisjordânia e Jerusalém Oriental.

"Esta decisão foi impulsionada por nossos esforços globais para aumentar a eficiência e a eficácia de nossos compromissos e operações diplomáticas. Não indica uma mudança na política dos Estados Unidos sobre Jerusalém, Cisjordânia e Faixa de Gaza", explicou o Departamento de Estado americano em uma declaração oficial.

O rebaixamento dessa categoria foi qualificado pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) como um "ataque político aos direitos e à identidade dos palestinos" e é uma continuidade do processo de deterioração das relações desde que o presidente Donald Trump declarou Jerusalém como capital israelense e transferiu para lá sua embaixada em Israel.

O Departamento de Estado dos EUA garantiu que manterá as atividades e que a missão diplomática "participará de uma ampla gama de relatórios, divulgação e programação na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, assim como com os palestinos em Jerusalém, através da Unidade de Assuntos Palestinos (PAU, na sigla em inglês) da embaixada".

Para a OLP, "a o governo americano está submetendo a Palestina a Israel, e está alinhado com a direita racista israelense, que nega a identidade, a história, a narrativa e os direitos nacionais palestinos".

"Como o presidente declarou, os EUA seguem sem tomar posição sobre os problemas do status final, entre eles os limites e as fronteiras. Os limites específicos da soberania israelense em Jerusalém estão sujeitos a negociações sobre o estado final entre as partes", garantiu Washington em uma nota.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas