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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Floresta alemã revela detalhes sobre massacre nazista

Pesquisadores encontram mais de 400 artefatos em escavações realizadas na região de Sauerland, onde 208 trabalhadores forçados foram executados em março de 1945.


Deutsch Welle

Mais de 70 anos depois, historiadores e arqueólogos alemães descobriram novos detalhes sobre três massacres realizados por tropas nazistas em março de 1945 na região de Sauerland, no sudeste do estado Renânia do Norte-Vestefália.


Controlados por tropas americanas, alemães abrem covas na floresta para vítimas do massacre em 1945
Controlados por tropas americanas, alemães abrem covas na floresta para vítimas do massacre em 1945

Os pesquisadores apresentaram nesta sexta-feira (08/03) mais de 400 artefatos encontrados em três escavações realizadas na floresta da região. No local, soldados nazistas assassinaram 208 trabalhadores forçados poloneses e russos.

"As descobertas contam, por um lado, sobre as vítimas", afirmou o diretor da Associação Estadual Vestefália-Lippe (LWL), Mathias Löb, que acrescentou que os artefatos possibilitaram aos pesquisadores identificar detalhes sobre a forma de agir e pensar dos autores do crime.

Nas escavações, arqueólogos encontraram pertences das vítimas que foram mortas por tropas nazistas entre Warstein e Meschede. Entre os objetos estão um livro de orações, um dicionário polonês, restos de tecidos, moedas e louças soviéticas.

Segundo Löb, os objetos que foram tirados das vítimas, na maioria mulheres, antes da execução, eram os únicos pertences que lhes havia restado. Nas escavações, foram encontrados ainda projeteis de balas e pás.

Löb afirmou que com o conteúdo de arquivos históricos foi possível reconstruir a sequência dos atos truculentos. Entre 20 e 23 de março de 1945, em três pontos da floresta, soldados nazistas assassinaram os trabalhadores e enterraram os corpos.

A maioria dos artefatos foi encontrada no local do primeiro massacre, onde 60 mulheres, dez homens e uma criança receberam ordens de deixar roupas e pertences na beira da estrada. Em seguida, eles foram executados. Os projeteis encontrados na área revelaram que algumas das vítimas tentaram fugir, mas acabaram sendo mortas.

As escavações também mostraram que no segundo massacre uma cova, onde 80 pessoas foram mortas, foi aberta com granadas. Já no terceiro massacre, os trabalhadores foram convocados para abrir uma suposta trincheira. Posteriormente, foram executados e 57 corpos enterrados no local.

No fim da Segunda Guerra Mundial, tropas americanas obrigaram os membros do partido nazista local a desenterrar os corpos e mostrá-los para os moradores da região. Depois disso, eles foram enterrados novamente na floresta. Em 1964, as vítimas do massacre foram exumadas e enterradas num cemitério em Meschede. Apenas 14 dos 208 mortos foram identificadas.

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