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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Força Aérea dos EUA está à procura de aparelhos aéreos que imitem caças russos Su-57

O Departamento da Força Aérea dos EUA está procurando empresas para o desenvolvimento de aparelhos aéreos que simulem ''aviões inimigos'', incluindo os caças russos Su-57, informa o RT.


Sputnik

No documento da Força Aérea sobre a licitação refere-se que a necessidade de realização deste programa está relacionada com ''diversas ameaças em todo mundo'' e também com o orçamento limitado dos EUA.


Caça russo da quinta geração Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Maksim Blinov

De acordo com a documentação publicada, a Força Aérea necessita de "um conjunto de soluções técnicas e equipamento de alvos aéreos" (inclusive equipamentos de comunicação, meios de guerra eletrônica, refletores de calor), capazes de imitar os "avançados aviões do adversário".

O documento também realça que os aparelhos que simulem os aviões russos Su-57 e os chineses J-20 e FC-31 têm que ser controlados remotamente, ser capazes de aterrissar de forma autônoma e se restabelecer após o contato com água salgada. De acordo com o requerimento, o tempo de vida útil tem que ser pelo menos de dez voos com 30 horas de voo.

''Estes aparelhos-alvo devem ser capazes de emitir sinais radio eletrônicos idênticos aos aviões (J-20, Su-57 e FC-31), suportar radares cross section (RCS na sigla em inglês) e ter assinatura de infravermelhos, necessários aos treinamentos de simulação,'' refere-se na licitação.

O Su-57 é um modelo de aviões de combate furtivos de quinta geração com capacidade de operar mísseis ar-ar, ar-terra e ar-mar. As aeronaves deverão entrar em operação na Rússia a partir de 2019.

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