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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Guaidó: apoio da Rússia e China a Maduro é 'grande falácia'

O opositor venezuelano Juan Guaidó realizou nesta quinta-feira (14) uma reunião com líderes locais de diversos municípios de Caracas, onde ele lançou dúvidas sobre o apoio da China e Rússia ao presidente Nicolás Maduro.


Sputnik

Juan Guaidó aumentou sua retórica contra Nicolás Maduro, afirmando que Moscou e Pequim, de fato, não estão do lado do governo oficial do país, apesar de seus diplomatas afirmarem o contrário.


Opositor venezuelano, Juan Guaidó
Juan Guaidó © Sputnik

"Eles [governo de Maduro] não têm quaisquer aliados internacionais, não é verdade que a Rússia e a China estejam com eles. Isso é uma grande falácia. Ninguém está com eles", disse ele.

Guaidó acrescentou, sem entrar em detalhes, que tanto a Rússia como a China são "muito claras" sobre quais são seus interesses na Venezuela, supostamente implicando que esses países são movidos por interesses econômicos e outros para reafirmarem seu apoio a Maduro.

Moscou e Pequim, dois dos maiores credores da Venezuela, enfatizaram repetidamente que apoiam o presidente eleito e que são contra qualquer opção militar na república bolivariana em crise.

Os comentários de Guaidó, aliás, se seguiram à notícia de que ele havia proposto vender o petróleo da Venezuela a empresas privadas e obtido a aprovação dos Estados Unidos. Diz-se que ele elaborou uma legislação que daria às empresas privadas mais espaço de manobra na operação dos campos petrolíferos locais, superando as leis mais protecionistas adotadas pelo falecido Hugo Chávez.

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