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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Hamas promete 'tomar medidas' contra responsáveis pelo ataque a Tel Aviv

O movimento islamita Hamas, que clama abertamente pela destruição de Israel, prometeu tomar medidas contra aqueles que lançaram foguetes contra Tel Aviv na quinta-feira (14).


Sputnik

A promessa foi anunciada depois de o porta-voz das IDF, Avichay Adraee, afirmar que as tropas israelenses atacaram cerca de 100 alvos na Faixa de Gaza em resposta ao lançamento de foguetes contra Tel Aviv vindos de território palestino.


Militantes do movimento Hamas
Militantes do Hamas © REUTERS / Ibraheem Abu Mustafa

"Estamos acompanhando o lançamento de foguetes de Gaza contra o consenso nacional e o ministério tomará medidas contra os violadores", declarou o Ministério do Interior, dirigido pelo Hamas, na sexta-feira (15).

A declaração do ministério surgiu quando The Times of Israel citou um oficial do Hamas, que preferiu manter anonimato, dizendo que o movimento "não tem nenhum interesse na escalada do conflito" e que ele "não faz ideia" quem disparou foguetes contra Tel Aviv em 14 de março.

O porta-voz do Movimento da Jihad Islâmica na Palestina (PIJ), Dawood Shehab, por sua vez, rejeitou relatos de que a PIJ estava por atrás do lançamento de foguetes, chamando de "mentiras e declarações sem fundamento". Ele também ressaltou que sua organização está "comprometida com o entendimento do cessar-fogo [entre o Hamas e o Estado judaico]" se Israel "parar de agredir o povo palestino".

Hoje (15) cedo, mídias palestina e israelense informaram que Tel Aviv e Hamas tinham acordado um cessar-fogo após recentes lançamentos, mas Israel não confirmou as notícias.

O Hamas busca a criação de um Estado palestino independente e quer que Israel se retire dos territórios palestinos ocupados depois da guerra de 1967. O movimento, que está na lista negra de Israel como organização terrorista e que realizou repetidamente ataques de foguetes a Tel Aviv, governa a Faixa de Gaza independentemente da autoridade palestina.

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