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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Imprensa confirma intenção dos EUA em testar mísseis proibidos por tratado com Rússia

O teste está programado para quando Washington concluir o procedimento de retirada do Tratado. No início desta semana, o Pentágono anunciou sua decisão de retomar a fabricação de peças para mísseis que violam o tratado.


Sputnik

Os Estados Unidos planejam testar dois sistemas de mísseis proibidos pelo Tratado de Forças Nucleares de Faixa Intermediária (INF), do qual os EUA anunciaram a decisão de se retirar ainda este ano, informou o The Hill nesta quarta-feira.


Um míssil balístico intercontinental Minuteman III desarmado é lançado durante teste operacional realizado na Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia. (arquivo)
Minuteman III © AP Photo / Força Aérea dos EUA

Um novo míssil de cruzeiro está programado para ser testado em agosto, enquanto um míssil balístico de longo alcance será testado em novembro, disseram autoridades de defesa aos repórteres do veículo. Sob o tratado INF, todos os mísseis com alcance entre 500 e 5.500 quilômetros são proibidos. O novo míssil de cruzeiro deve ter um alcance de 1.000 quilômetros, enquanto o míssil balístico terá alcance de 3.000 a 4.000 quilômetros, disseram os oficiais.

Nenhum dos dois mísseis será armado com ogivas nucleares, o que vai ao encontro da declaração anterior do Pentágono, na qual o Departamento dizia que seus esforços de mísseis são "apenas convencionais — não nucleares".

Durante o lançamento do orçamento do Pentágono na terça-feira, as autoridades se esquivaram de recursos para sistemas que violam o INF. No mês passado, porém, o presidente Donald Trump anunciou que os EUA se retirariam unilateralmente do tratado, acusando o míssil russo 9M729 de violar as limitações impostas pelo texto.

A Rússia nega as alegações, apontando que os sistemas americanos de defesa antimísseis implantados na Europa podem ser reaproveitados de forma ofensiva e, portanto, violam o tratado. Moscou respondeu à decisão do presidente Trump suspendendo sua própria participação.

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