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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Irã apresenta produção em massa de drone de combate e sistemas de defesa

Recentemente, a Força Aérea iraniana apresentou oficialmente a linha de produção do Kaman-12, um drone de fabricação nacional.


Sputnik

A cerimônia de apresentação contou com a presença do vice-presidente para Ciência e Tecnologia, Sorena Sattari, e do comandante da Força Aérea iraniana, Aziz Nasirzadeh.


Drone iraniano Kaman-12 | Reprodução

O drone, que pesa aproximadamente 450 quilogramas e transporta cargas de até 100 quilogramas, pode voar a uma velocidade máxima de 200 km/h durante 10 horas. Além disso, é possível utilizar uma pista de pouso de apenas 400 metros e cobrir um raio de combate de 1.000 quilômetros.

Além do Kaman-12, os iranianos também apresentaram o novo sistema de radar Nasser-40 e o sistema de navegação Moein-40.

O radar Nasser-40 é um sistema radar passivo capaz de detectar diversos alvos, incluindo microdrones e mísseis de cruzeiro em áreas urbanas. Além disso, ele é um radar furtivo e não pode ser detectado pelos inimigos, conforme informa a agência de notícias FARS.

Já o sistema de navegação Moein-40 é altamente capaz de identificar e localizar alvos com precisão, além de trocar informações com outros radares iranianos. O sistema de navegação possui um alcance de mais de 400 quilômetros e pode ser utilizado tanto para fins comerciais como militares.

Vale ressaltar que nos últimos dias, o Irã também operacionalizou a linha de produção para os mísseis Akhgar, outra conquista das indústrias de defesa iranianas, já que esses mísseis podem atingir alvos a 30 quilômetros de distância, segundo o Tehran Times.

O Irã está expandindo nos últimos anos seu programa militar, bem como o programa de drones, que já conta com diversos modelos de funções variadas, como missões de reconhecimento, inteligência, transporte de bombas e operações camicase.

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