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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Israel coordenará com Rússia saída de forças estrangeiras da Síria

Israel fará gestões com a Rússia para garantir a saída dos grupos armados estrangeiros com presença militar na Síria, afirmou neste domingo o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, depois da reunião mantida na última quarta-feira em Moscou com o presidente russo, Vladimir Putin.


EFE

Jerusalém - Segundo Netanyahu, os dois líderes chegaram a um acordo para manter "o mecanismo de coordenação de segurança entre os exércitos russo e israelense" na Síria, e estabeleceram "um objetivo comum" para a "retirada das forças estrangeiras que chegaram ali antes da explosão da guerra civil", por isso formarão "uma equipe de trabalho conjunta".


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Benjamin Netanyahu | Reprodução

O chefe de governo israelense afirmou no início da reunião dominical de seu gabinete ministerial que o Irã foi o assunto central abordado com o líder russo. Netanyahu comunicou a Putin "de maneira inequívoca, que Israel não permitiria a concentração militar do Irã na Síria" e assegurou que suas forças efetuarão mais "ações militares" contra a presença iraniana no país vizinho se considerar necessário.

Putin e Netanyahu mantiveram encontros em 11 ocasiões desde setembro de 2015, quando a Rússia se envolveu militarmente no conflito sírio, onde é o principal aliado do regime de Bashar al Assad junto ao Irã.

Israel considera a presença militar iraniana na Síria como uma ameaça para sua existência, reiterou que não tolerará que o regime dos aiatolás "tenha uma base" perto de sua fronteira e atacou em diversas ocasiões alvos militares do Irã em território sírio e também de seu aliado, a milícia xiita libanesa Hezbollah.

Além disso, Netanyahu parabenizou hoje as autoridades do Reino Unido por incluírem o Hezbollah em sua lista de organizações terroristas e fez um pedido a outros países europeus e da esfera mundial para aderirem "a essa grande decisão".

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