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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Mídia desvenda fato desconhecido sobre arma 'apocalíptica' russa

Embora os drones nucleares russos Poseidon, conhecidos como "torpedos apocalípticos", tenham sido apresentados pelo presidente russo Vladimir Putin há um ano, o desenvolvimento dos torpedos começou em 1989 e continuou no início da década 1990, revelou a revista The National Interest.


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Segundo o artigo do especialista Charlie Gao, publicado na revista The National Interest, quando em 2015 na mídia surgiram as primeiras notícias contendo informação acerca do torpedo não tripulado Poseidon (conhecido também como Status-6), ele apanhou o mundo de surpresa.


Drone subaquático Poseidon
Drone submarino russo Poseidon © Foto: Ministério da Defesa da Rússia

Vários analistas sugeriram que o desenvolvimento dessas armas apocalípticas foi abandonado na etapa final da Guerra Fria, quando foram assinados vários acordos sobre controle de armas.

Entretanto, as revelações recentes de especialistas militares mostraram que o desenvolvimento de algumas partes do Poseidon começou em 1989 e continuou no início da década 1990.

A teoria se baseia no índice GRAU do torpedo (sistema de codificação para armas desenvolvido na União Soviética): 2M39. Usando esse índice é possível encontrar nos arquivos informação sobre as encomendas públicas ligadas ao projeto, revelando a história do projeto pouco a pouco.

A revelação mais importante é que o reator para o Poseidon estava sendo desenvolvido em 1992, na época da presidência do Boris Yeltsin, apesar da suposta fidelidade de Yeltsin aos princípios do desarmamento. As encomendas para o reator do Poseidon foram confirmadas em junho de 1992, apesar de o então presidente russo prometer eliminar um terço das armas nucleares táticas de baseamento marítimo em janeiro do mesmo ano.

As informações sobre o projeto do aparelho submarino não tripulado russo Status-6 surgiram na mídia em novembro de 2015, durante uma reunião do presidente russo, Vladimir Putin, com representantes do Ministério da Defesa.

Em 1º de março de 2018, o drone submarino russo, entre outras novíssimas armas russas, foi apresentado por Vladimir Putin em seu discurso à Assembleia Federal.

O drone que recebeu o nome Poseidon se encontra em estado de testes finais. Na sua essência, trata-se de um torpedo submarino capaz de navegar a distâncias de até 10.000 quilômetros a velocidades entre 60 e 70 nós (de 110 a 130 km/h) graças a um mecanismo de propulsão nuclear e com capacidade de destruir portos e cidades costeiras. Também pode causar cataclismos naturais, incluindo enormes tsunamis.

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