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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

ONU: comunidade internacional tem "obrigação moral” de apoiar a Síria rumo à paz

Secretário-geral lembrou que “na medida que conflito entra no seu nono ano, os sírios continuam a sofrer com um dos piores conflitos do nosso tempo”; promessas de doadores chegam a US$ 6,97 bilhões para apoiar necessidades humanitárias.


ONU

Em declarações dadas nesta sexta-feira, o secretário-geral António Guterres disse que “na medida que o conflito entra no seu nono ano, os sírios continuam a sofrer com um dos piores conflitos do nosso tempo”.


Refugiado sírio, de 9 anos, no acampamento informal em Dalhamiya, no Líbano | Acnur/Diego Ibarra Sánchez

Ao fazer um apelo pela ação internacional, o chefe da ONU lembrou que “centenas de milhares foram mortos, muitos outros mutilados fisicamente e psicologicamente, milhões permanecem desalojados, dezenas de milhares estão detidos e desaparecidos, centenas de milhares morreram e sírios no nordeste e noroeste permanecem sob constante medo de que mais uma catástrofe humanitária possa ocorrer”. 

Cessar-fogo

Durante esta semana, doadores internacionais se comprometeram durante uma conferência em Bruxelas a doar um recorde de US$ 6,97 bilhões para apoiar milhões de pessoas que precisam de ajuda humanitária na Síria, assim como refugiados e comunidades de acolhimento nos países vizinhos.

Guterres pediu que todas as partes em conflito na Síria “mantenham seus compromissos e defendam o acordo de cessar-fogo em Idlib ”.

O secretário-geral disse estar “extremamente preocupado com o aumento das operações militares nas últimas semanas” e que “as operações de combate ao terrorismo não podem anular as responsabilidades de proteger os civis.”

Para o chefe da ONU, “um cessar-fogo em Idlib é um passo necessário para preparar o caminho para um cessar-fogo em toda a nação ”.

Acesso Humanitário

Guterres disse ainda que enquanto os combates continuarem em qualquer nível, “o direito humanitário internacional precisa ser plenamente respeitado e os direitos humanos protegidos.”
O representante acrescentou que “cidadãos inocentes, a maioria deles mulheres e crianças, pagaram o preço mais alto neste conflito por causa do flagrante desrespeito pela Lei Humanitária Internacional e de Direitos Humanos. ”

O secretário-geral destacou que “o acesso humanitário continuado permanece crítico, com 11,7 milhões de pessoas precisando de proteção e assistência”. Ele também agradeceu a todos os doadores em Bruxelas que prometeram uma nova assistência financeira.

Para Guterres, “é uma obrigação moral e um imperativo político para a comunidade internacional apoiar os sírios a se unirem em torno de uma visão para o futuro comum que proteja os civis, alivie o sofrimento, evite mais instabilidade, aborde as causas profundas do conflito e estabeleça, finalmente, uma solução negociada credível”.

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