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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

Pentágono envia 2 navios de guerra ao estreito de Taiwan

Um navio de guerra da Marinha dos EUA e um navio da Guarda Costeira americana navegaram através do estreito de Taiwan, o que pode levar a um aumento das tensões com a China.


Sputnik

O destróier de mísseis USS Curtis Wilbur e o navio USCGC Bertholf realizaram "um trânsito de rotina através do estreito de Taiwan entre 24 e 25 de março", declarou o porta-voz da 7ª Frota dos EUA, o tenente Joe Keiley, citado pelo jornal Japan Times, e acrescentou que a decisão foi tomada "em conformidade com o direito internacional".

O destróier USS Curtis Wilbur, da Marinha dos EUA
USS Curtis Wilbur © REUTERS / Marinha dos EUA/ Declan Barnes

O trânsito "demonstra o compromisso dos EUA com um Indo-Pacífico livre e aberto", afirmou o porta-voz, que prometeu que as forças estadunidenses continuarão "voando, navegando e operando em qualquer lugar que a lei internacional permita".

O trânsito dos navios, que ocorreu dias antes de negociações comerciais de alto nível entre os EUA e a China em Pequim, poderia gerar descontentamento da China, que considera Taiwan como parte integrante de seu território.

Anteriormente, a agência Bloomberg informou, citando funcionários familiarizados com o assunto, que o governo Trump deu sua "aprovação tácita" ao pedido de Taiwan de comprar mais de 60 caças americanos F-16. O Ministério das Relações Exteriores da China manifestou seu protesto contra a possível venda e pediu que os EUA "reconheçam plenamente a sensibilidade deste problema e o dano que causará".

As relações oficiais entre o governo central da China e a província de Taiwan foram interrompidas em 1949, quando as forças do partido Kuomintang lideradas por Chiang Kai-shek se instalaram na ilha. Os contatos formais e de negócio entre a China continental e Taiwan se reiniciaram no final dos anos 80. Desde o início dos anos 90, as partes estabeleceram contatos por meio de organizações não governamentais.

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