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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

'Presença do Daesh no Afeganistão é ameaça para segurança da Rússia', diz embaixador russo

A atividade de terroristas do Daesh (organização proibida na Rússia e em uma série de países) no Afeganistão continua a ameaçar as regiões da Rússia e países vizinhos da Ásia Central. A declaração é do representante russo na ONU, Vassily Nebenzia.


Sputnik

"Estamos seriamente preocupados com a contínua presença do Daesh no Afeganistão, apesar de alguns sucessos das forças de segurança afegãs, os terroristas continuam a fortalecer suas posições e influência no país, aumentando as fileiras graças, entre outras coisas, aos terroristas estrangeiros que lutaram na Síria e Iraque sob a bandeira do Daesh", disse Nebenzia.


Terroristas do Daesh em Tel Abyad, nordeste da Síria (foto de arquivo)
Terroristas do Estado Islâmico (Daesh) © AP Photo / Militant website

Ele acrescentou que isso "cria uma ameaça real à segurança dos países da Ásia Central e das regiões do sul da Rússia".

Anteriormente, o representante especial do Secretário Geral da ONU para o Afeganistão, Tadamichi Yamamoto, relatou que 2018 foi o "ano mais mortífero da história do conflito afegão".

No total, a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão documentou 10.993 vítimas civis (3.804 mortos e 7.189 feridos), representando um aumento de 5% no número total de vítimas civis e um aumento de 11% nas mortes de civis em relação a 2017.

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