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Trump reconhece soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Ao lado de Netanyahu, presidente dos EUA contradiz décadas de política externa e reconhece a soberania de Israel sobre o território, ocupado em 1967 e anexado em 1981. Síria vê ataque a sua integridade territorial.
Deutsch Welle

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu formalmente nesta segunda-feira (25/03) a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, um território disputado com a Síria e que Israel anexou em 1981.

O governo do presidente sírio, Basahr al-Assad, respondeu de imediato e afirmou que a decisão é um ataque à soberania e à integridade territorial da Síria.

O decreto de reconhecimento foi assinado no início de um encontro com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em Washington. Trump justificou a medida com as "ações agressivas" do Irã e de grupos "terroristas" contra Israel.

Netanyahu disse que se trata de um dia histórico e que Trump é o melhor amigo que Israel já teve.

Em Israel, o reconhecimento pode significar um forte i…

Presidente polonês: UE não está interessada em competir com OTAN

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, disse nesta quinta-feira que tudo o que a União Europeia faz em termos militares deve estar alinhado com as ações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), sem criar qualquer tipo de competição com a aliança transatlântica.


Sputnik

"É importante que a ação da UE seja complementar à ação da OTAN. É muito importante que todas essas ações, nas quais estamos envolvidos em nível da UE, sejam consistentes com as ações da Aliança do Atlântico Norte", disse Duda em coletiva de imprensa, em meio às discussões sobre a possível criação de um exército comum europeu e das celebrações do vigésimo aniversário da adesão polonesa à OTAN. 


Reprodução Twitter

"A Polônia está se tornando um centro cada vez mais importante da presença militar da OTAN e dos EUA em nossa região."

Tais discussões vêm ganhando força desde o final do ano passado, quando, em novembro, o presidente francês, Emmanuel Macron, sugeriu que a Europa precisava de uma força militar própria, independente dos Estados Unidos, para se defender. A ideia foi defendida também pela chanceler alemã, Angela Merkel, que destacou que tal exército deveria funcionar como um complemento à OTAN, mas foi criticada pelo chefe de Estado norte-americano, Donald Trump.

Recentemente, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte, Jens Stoltenberg, reforçou o discurso de que a estratégia de defesa da União Europeia não deve competir com a da aliança militar.

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