Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Rússia afirma que conselheiro de Trump "insultou toda a América Latina"

O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta segunda-feira durante uma visita ao Catar que o conselheiro de Segurança Nacional da Presidência dos Estados Unidos, John Bolton, "insultou toda a América Latina" ao mencionar a Doutrina Monroe em relação à Venezuela.


EFE

Doha - Lavrov qualificou de "arrogantes" as declarações de Bolton feitas ontem, nas quais o diplomata americano garantiu que Washington "não tem medo de usar a expressão 'Doutrina Monroe'", que é associada na América Latina com a história imperialista dos Estados Unidos na região.


John Bolton em foto de janeiro. EFE/ Shawn Thew
John Bolton em foto de janeiro. EFE/ Shawn Thew

"Parto do princípio de que essas declarações arrogantes de John Bolton vão provocar reações nos países latino-americanos, porque ele mencionou a aplicação da Doutrina Monroe em relação à Venezuela, mas insultou toda a América Latina", disse Lavrov em entrevista coletiva em Doha.

O ministro russo comentou que, desde a fundação da ONU em 1945, "a teoria e a prática dos 'quintais' (áreas de influência) é insultante".

Em entrevista à emissora "CNN", Bolton afirmou ontem que os EUA querem formar uma coalizão internacional "ampla" para substituir o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Bolton também advertiu Maduro que, se ele prender o presidente da Assembleia Nacional (parlamento) da Venezuela Juan Guaidó - que se autoproclamou presidente interino do país - em seu retorno ao território venezuelano, só vai acelerar o dia de sua própria queda.

Guaidó anunciou que voltará à Venezuela nesta segunda-feira após um giro por cinco países latino-americanos, que o levou a Argentina, Paraguai, Colômbia, Brasil e Equador, em busca de apoio político.

A Justiça venezuelana proibiu Guaidó de sair do território do país enquanto correm as investigações sobre a legalidade de sua autoproclamação como presidente interino, que o Tribunal Supremo não aprova já que só reconhece Maduro como chefe de Estado.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas