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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Rússia promete resposta 'prática' às novas sanções dos EUA e do Canadá

O Canadá e os Estados Unidos impuseram novas sanções a dezenas de indivíduos e entidades da Rússia em resposta ao incidente armado no Estreito de Kerch.


Sputnik


O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou em um comunicado nesta sexta-feira que as novas sanções impostas contra a Rússia continuam no caminho prejudicial para a destruição total das relações bilaterais, ressaltando que uma resposta prática de Moscou seguirá em breve.


O edifício do Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou.
Ministério das Relações Exteriores da Rússia em Moscou © Sputnik / Vladimir Vyatkin

"Quanto à nossa resposta prática, certamente acontecerá", alerta a declaração do ministério.

"Lamentamos que nas capitais americanas e canadenses continuem seguindo um caminho desastroso em direção à completa destruição das relações bilaterais com a Rússia, que já estão em um estado muito deplorável, em função da grave russofobia que varreu Washington e Ottawa", acrescentou o ministério.

"Estão tentando novamente justificar as novas restrições pelas ações supostamente agressivas da Rússia contra a Ucrânia e a 'anexação ilegal da Crimeia', desta vez acrescentando acusações infundadas de 'uso injustificado da força' no Estreito de Kerch", afirmou o ministério, acrescentando que as sanções, não importa quantas, não trazem e não trarão os resultados desejados para os Estados Unidos e Canadá.

No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia acrescentou que não havia nada de novo ou inesperado nas decisões de Washington e Ottawa.

"A nova porção de sanções, coordenada com os aliados europeus, foi imposta hoje pelos Estados Unidos e Canadá. Não há nada de novo ou inesperado. Nos últimos anos, Washington e Ottawa, usando pretextos falsos, vêm introduzindo periodicamente medidas restritivas contra cidadãos e organizações russas. O objetivo é pressionar nosso país", concluiu o ministério.

No início do dia, o Departamento do Tesouro dos EUA impôs sanções a oito indivíduos russos e seis entidades, incluindo companhias de construção naval e energia. Da mesma forma, o Ministério de Relações Exteriores do Canadá anunciou em um comunicado de imprensa nesta sexta-feira que impôs novas sanções a mais de 100 indivíduos e 15 entidades russas em resposta ao incidente do Estreito de Kerch e à reunificação da Crimeia com a Rússia.

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