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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Submarino indiano é detectado pelo Paquistão no Mar da Arábia (VIDEO)

A Marinha do Paquistão afirmou que ‘detectou e bloqueou’ um submarino da Marinha Indiana de entrar em águas territoriais paquistanesas


Poder Naval

A Marinha do Paquistão afirma que avistou e alertou um submarino da Marinha Indiana não identificado no Mar Arábico em 4 de março. Em um comunicado à imprensa em 5 de março, a Marinha do Paquistão afirma que “detectou e bloqueou” o submarino indiano “de entrar em águas paquistanesas”. O submarino foi supostamente detectado na zona marítima do Paquistão.

Submarino indiano foi filmado esnorqueando

“O submarino poderia ter sido facilmente engajado e destruído se não fosse a política do Paquistão de exercer moderação diante da agressão indiana e de dar à paz uma chance de prevalecer”. O serviço acrescentou que está acompanhando de perto outras unidades da Marinha Indiana. afirmando que o submarino detectado é um dos “submarinos mais recentes da Marinha Indiana”. O Paquistão também divulgou imagens em vídeo para apoiar sua alegação.

A Índia rejeitou as alegações paquistanesas. “A Marinha Indiana continua sendo usada como necessário para proteger os interesses marítimos nacionais”, disse o Ministério da Defesa indiano (MoD) em um comunicado em 5 de março. “Ao longo dos últimos dias, temos testemunhado o Paquistão entregando-se a falsas propagandas e disseminação de desinformação. A Marinha Indiana não toma conhecimento dessa propaganda. Nossos desdobramentos não são impedidos”.

A mídia indiana afirma que o vídeo lançado em 5 de março era antigo. Embora pelo menos algumas das imagens pareçam ser recicladas, partes dela podem ser autênticas.

Curiosamente, como observaram analistas de defesa da Índia, a exibição na tela das imagens divulgadas, supostamente mostrando o submarino indiano, indica que o vídeo foi feito a aproximadamente 415 quilômetros de Karachi e a 158 quilômetros de Gwadar — uma distância considerável das águas territoriais paquistanesas.

Isso colocaria o submarino indiano na Zona Econômica Exclusiva do Paquistão (ZEE). No entanto, as atividades militares nas ZEEs não são proibidas. A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS), de acordo com a interpretação da maioria dos países signatários, concede aos estados costeiros o direito de regulamentar as atividades econômicas, mas não concede aos estados o direito de regulamentar as atividades militares estrangeiras em partes da sua ZEE para além das suas águas territoriais de 12 milhas náuticas.

Notavelmente, a Índia e o Paquistão têm exigido o consentimento prévio para atividades militares estrangeiras em suas ZEEs no passado, o que, por exemplo, a Marinha dos EUA tem repetidamente ignorado.

The Diplomat não conseguiu verificar a autenticidade do vídeo divulgado pela Marinha do Paquistão.

A Índia lançou o terceiro de seis submarinos de ataque diesel-elétricos (SSKs) da classe Scorpène (classe Kalvari) em 31 de janeiro. No mesmo dia, o Conselho de Aquisição de Defesa, o principal órgão de aquisições do MoD, aprovou a aquisição de seis SSKs adicionais sob o chamado Project-75 India (Projeto-75 I).

O Paquistão está atualmente atualizando sua frota de três SSKs classe Agosta 90B (classe Khalid), que, ao contrário dos SSKs indianos, são equipados com sistema de propulsão independente da atmosfera, o que torna a detecção dos submarinos muito mais difícil. Além disso, a China está programada para fornecer à Marinha do Paquistão oito SSKs modificados da classe Yuan até 2028, por um valor estimado de US$ 4-5 bilhões.

FONTE: The Diplomat

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