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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Trump prolonga sanções contra a Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu hoje estender sanções impostas à Venezuela há quatro anos, segundo anunciou a Casa Branca.


Sputnik

Tais medidas, que afetam autoridades venezuelanas acusadas de violação de direitos humanos e corrupção, estão presentes em uma ordem executiva emitida pelo ex-chefe de Estado norte-americano Barack Obama em 8 de março de 2015. Com a decisão desta terça-feira, o atual governo prolonga por mais um ano essas sanções. 


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Donald Trump | Reprodução

No entendimento do atual líder dos EUA, a situação na Venezuela segue representando uma ameaça "incomum e extraordinária" à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos.

"Por esta razão, eu determinei que é necessário continuar a emergência nacional declarada na Ordem Executiva 13692 com respeito à situação na Venezuela", diz o documento divulgado nesta tarde pelo governo americano.

As já tensas relações entre Washington e Caracas chegaram a um novo patamar há pouco mais de um mês, quando o deputado da oposição Juan Guaidó se autodeclarou novo presidente interino da República Bolivariana, sendo imediatamente reconhecido pelos Estados Unidos, que já questionavam a legitimidade do presidente venezuelano de fato, Nicolás Maduro. Além dos EUA, outras dezenas de países também resolveram apoiar Guaidó, que, até o momento, segue sem exercer o poder.

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