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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Ucrânia deve pagar por perdas da Crimeia nos últimos 25 anos, diz parlamentar russo

A península da Crimeia sofreu grandes perdas econômicas por fazer parte da Ucrânia, então Kiev deveria ser obrigada a pagar uma indenização, sugeriu o porta-voz da Câmara Baixa do Parlamento russo.


Sputnik

Vyacheslav Volodin pediu aos parlamentares que estudem "o quanto a economia da Crimeia perdeu com a política desastrosa da Ucrânia".


Ponte da Crimeia
Ponte da Crimeia © Sputnik / Vitaly Timkiv

"A Ucrânia tratou a Crimeia de maneira muito injusta, violou os direitos fundamentais dos moradores da Crimeia, como os direitos linguísticos… e destruiu a economia", declarou Volodin.

Ele também disse que esses dados deveriam ser fornecidos às organizações do Parlamento Europeu, então "obrigariam a Ucrânia a pagar o que a Crimeia perdeu nesses 25 anos", aparentemente completando os 23 anos entre a dissolução da União Soviética em 1991 e a reunificação com a Rússia após o referendo de 2014. Além disso, o legislador reiterou que Kiev deve compensar danos materiais e morais.

O parlamentar russo também sugeriu investigar a possível responsabilização da União Europeia (UE) por problemas econômicos na península.

"Quanto ao dinheiro, devemos analisar o quanto a Ucrânia deve e como a União Europeia apoia sua [postura em relação à independência da Crimeia], uma parte deve ser paga pela UE", avaliou.

Volodin também lembrou que dentro de cinco anos após a reunificação com a Rússia, a Crimeia recebeu "hospitais, escolas, a ponte da Crimeia, energia [infraestrutura] que garante uma vida produtiva".

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