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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Venezuelanos se reúnem em várias cidades para aguardar chegada de Guaidó

Centenas de venezuelanos começaram a se concentrar nesta segunda-feira em várias cidades do país para esperar o retorno do chefe do Parlamento, Juan Guaidó, proveniente de uma viagem pela América Latina na qual foi recebido como presidente interino da Venezuela.


EFE

Caracas - O líder da Câmara mantém em segredo como chegará ao país, já que enfrenta a possibilidade de ser preso por ter passado por cima da proibição de saída do território nacional ditada pela Justiça, que só reconhece Nicolás Maduro como líder, pela sua proclamação como presidente interino.


EFE/ Raúl Martínez
EFE/ Raúl Martínez

Por volta das 14h GMT, Guaidó divulgou um áudio no Twitter avisando que já está a "caminho de casa" e reiterando que haverá instruções caso seja detido. Ele advertiu que Maduro vai querer reprimi-lo e convocou os cidadãos a se mobilizarem.

Até o momento, nenhum órgão oficial ou dirigente da chamada revolução bolivariana se pronunciaram sobre o retorno de Guaidó, mas o seu círculo mais próximo considera que é "real" a ameaça da detenção.

O líder parlamentar afirmou ontem à noite que prendê-lo seria "golpe de Estado" diante do seus aliados internacionais, liderados pelo governo dos Estados Unidos, que têm "claras instruções", apesar de não ter revelado detalhes. A previsão é de que o líder antichavista reapareça em público em Caracas depois de visitar Colômbia, Brasil, Paraguai, Argentina e Equador.

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