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Os mísseis russos que se tornaram alvo de disputa entre EUA e Turquia

A Turquia, dona do segundo maior Exército entre os 29 países que compõem a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), está prestes a adquirir mísseis antiaéreos S-400.
BBC News Brasil

Os S-400 são os mísseis "terra-ar" mais avançados do mundo e se tornaram motivo de uma disputa entre Turquia e Estados Unidos que pode ameaçar a aliança militar das potências ocidentais.

Isso porque os S-400 são fabricados na Rússia, o principal rival da organização fundada em 1949 justamente para se opor à então União Soviética.

A insistência da Turquia em adquirir os mísseis russos irritou os Estados Unidos, que encaram a decisão como uma potencial ameaça para seus aviões de combate F-35, também em vias de serem comprados pelos turcos.
Troca de farpas

"Não ficaremos de braços cruzados enquanto os aliados da Otan compram armas dos nossos adversários", advertiu o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, durante um encontro organizado há poucos dias em Washington para celebrar o aniversár…

'Cérebro paralelo' da IAI estende as capacidades de aviônicos de missão

A Israel Aerospace Industries (IAI) introduziu um novo plano de atualização para aeronaves e helicópteros. O sistema consiste em computadores de controle de missão e interfaces inovadores armazenados em um pod ou em uma caixa externa, que permite aos usuários melhorar as capacidades de missão de suas aeronaves de maneira rápida e acessível.


DefesaNet

Ao contrário das atualizações convencionais que exigem retirada da instrumentação do cockpit da aeronave, cabos, aviônicos e controles, a abordagem introduzida pela IAI conecta-se à fonte de alimentação de energia da aeronave por meio de interfaces padrão, mas não requer outras alterações na plataforma. Todas as demais funções são fornecidas por uma unidade aviônica alojada em uma única caixa, ou em um pod externo acoplado à aeronave.

”Cérebro paralelo” da IAI estende as capacidades de aviônicos de missão

Esta unidade se torna um “segundo cérebro” na aeronave, que controla os dados da missão e o lançamento de armas, deixando todas as funções de controle de voo intactas. Também fornece um Data Link, que habilita uma rede de Comando e Controle (C2) totalmente operacional e segura. Essa abordagem acelera e simplifica o processo de modificação, permitindo que os operadores militares, paramilitares e de aplicação da lei ajustem sua frota existente para realizar mais missões a um custo acessível.

A unidade interage com os lançadores de armas e controles e fornece à tripulação as informações e funcionalidades necessárias através de uma tela operacional instalada no cockpit. Ela é compatível com plataformas de origem ocidental ou oriental, permitindo aos usuários maximizarem a comunalidade dos sistemas de missão transportados na aeronave.

Tais atualizações incluem a integração de sistema eletro-óptico (EO) estabilizado, pontos para fixação de armamentos como canhões, foguetes guiados ou não guiados e mísseis. Todos são integrados através do pod de uma forma “plug and play”.

O processamento de informações, armazenamento e recuperação de dados também fazem parte do contexto da unidade aviônica, sendo que o sistema fornece à tripulação acesso ao planejamento da missão, navegação, sistema de tiro, gerenciamento de armas e gravação de dados para debriefing, funções essas que podem não estar disponíveis ou acessíveis para modificação na plataforma original.

Esse método flexível de conversão pode ser aplicado em todas as plataformas, desde helicópteros leves até caças, aeronaves de transporte médias e pesadas, permitindo que os usuários modifiquem aeronaves convencionais para funcionarem em missões como escoltas armadas ou como helicópteros de combate multimissão. Esses sistemas permitem tornar os helicópteros em plataformas cada vez mais letais, capazes de se comunicar melhor, bem como localizar e engajar alvos tão bem quanto aeronaves dedicadas para essa missão.

A nova abordagem permite aos helicópteros leves de reconhecimento ou de transporte médio serem reconfigurados rapidamente para missões armadas, já que podem colocar o operador do sistema de armas em qualquer lugar da cabine, não apenas no cockpit. O novo kit de missão é fácil de usar e pode ser transferido de uma plataforma para outra em poucos minutos. Essa capacidade também permite a rápida atualização de sistemas e a introdução de novas armas e capacidades, adicionando novas bibliotecas de software.

O novo método foi desenvolvido pela IAI, que realizou vários programas de modernização e atualização desde helicópteros até aeronaves de caça e de transporte. Em um processo típico de modernização, os engenheiros da IAI realizam uma avaliação da frota, reunindo os seus aspectos técnicos e o documento de requisitos preparado pelo cliente. Com base nesses dados, a IAI projeta e produz a configuração mais adequada da unidade aviônica para a atualização.

Após esses preparativos, o processo restante é relativamente direto e pode ser feito nas instalações do cliente. Paralelamente à introdução dessa abordagem inovadora, a IAI continua a fornecer modernizações convencionais para operadores que exigem processos mais complexos e extensivos de aeronaves.

Por fim, um programa de atualização que requer a instalação de unidades externas ou pods em plataformas com sensores e armas existentes é rápido e fácil e introduz um desempenho aprimorado a um custo acessível. A IAI também pode modificar plataformas não militarizadas, com a instalação de pacotes de sensores, num processo que pode exigir adaptação e certificação da plataforma.

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