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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Chancelaria russa: EUA fracassam sua guerra-relâmpago na Venezuela

Os EUA fracassaram em conduzir uma guerra-relâmpago na Venezuela, declarou o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Sputnik

Agora a crise na Venezuela está na agenda, declarou o chanceler russo durante seu discurso na sessão do Conselho para a Política Exterior e de Defesa russo, adicionando que "os americanos interferem abertamente nos assuntos internos dos Estados soberanos".

Participantes da manifestação a favor do Presidente da Venezuela Nicolás Maduro
© Sputnik / Carlos Herrera

"A guerra-relâmpago não foi bem-sucedida [para os EUA], mas os americanos não desistem do objetivo de derrubar o governo do presidente legítimo [da Venezuela, Nicolás Maduro]."

Ao mesmo tempo, o diplomata afirmou que o rumo político de Washington em relação a vários países da América Latina é inaceitável.

"Como se não entendessem que se contrapõem a todo o mundo, e não apenas à América Latina. Acredito que tal comportamento é absolutamente inaceitável", sublinhou o ministro.

No dia 12 de abril, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou uma nova vaga de sanções contra a Venezuela, atingindo 4 empresas do país, além de nove navios, continuando assim a impor sanções ao setor do petróleo venezuelano.

A grave crise econômica e política na Venezuela se gravou desde 23 de fevereiro deste ano, quando o líder da oposição do país, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino da Venezuela.

Vários países, inclusive o Brasil, os EUA e a União Europeia, reconheceram Guaidó. Por sua vez, a Rússia, China, Turquia e vários outros apoiaram Maduro como o presidente legítimo.

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