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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Como seria novíssimo bombardeiro-espião hipersônico dos EUA?

Os EUA estão desenvolvendo um bombardeiro estratégico hipersônico que seria capaz de voar à velocidade seis vezes maior que a do som. A aeronave deverá ser um drone, escreveu a edição norte-americana The National Interest.


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O novo bombardeiro hipersônico recebeu a designação SR-72, sendo o sucessor do SR-71 Blackbird (Pássaro Preto), utilizado entre 1964 e 1998, e chamado assim devido a uma configuração específica e tinta preta. O Blackbird, sendo um dos mais rápidos aviões ao longo da história, utilizou pela primeira vez a tecnologia furtiva.


O novo drone, elaborado pela Lockheed Martin, teria uma velocidade de aproximadamente 6.440 km/h, podendo teoricamente atravessar o Oceano Atlântico em apenas 90 minutos, segundo a edição.

Segundo The National Interest, a relação custo-benefício de um bombardeiro hipersônico é discutível.

Este "certamente careceria de características furtivas, já que o calor gerado durante o voo a velocidades tão altas tornaria a aeronave altamente visível para os sensores e queimaria os materiais absorventes de radar. Assim, os adversários seriam capazes de detectar a aproximação do bombardeiro, mesmo que tenham relativamente pouco tempo para reagir", apontou.

Embora possa superar as capacidades dos mísseis de defesa aérea contemporâneos, o SR-72 estimularia ainda mais o desenvolvimento de mísseis superfície-ar capazes de atingir alvos hipersônicos, segundo a edição.

A aeronave estaria pronta para utilização até 2030.

O bombardeiro também exigiria o desenvolvimento dispendioso de munições projetadas para lançamento em velocidades tão altas, ressaltou The National Interest.

No momento, um dos principais bombardeiros dos EUA é o B-1, desenvolvido nos anos 1980 e 1990 como portador de armas nucleares, possuindo geometria de asa variável.

Avião de Carga 660 peças - Banbao

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