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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Desarmamento nuclear de Rússia, EUA e China pode causar guerra real, diz parlamentar russo

A assegurada destruição mútua - um pilar da estabilidade global - desapareceria se a Rússia, a China e os Estados Unidos concordassem em se livrar das armas nucleares, segundo o congressista russo Leonid Slutsky.


Sputnik

"O equilíbrio de poderes entre Moscou e Washington é baseado na chamada destruição mútua garantida", afirmou o legislador à TV russa, comentando uma entrevista com o presidente dos EUA, Donald Trump, na qual pediu a outros países que reduzam seus arsenais nucleares.

Complexo de míssil balístico nuclear intercontinental Topol
Topol © Sputnik / Aleksandr Kryazhev

"Se não for mais o caso, haverá o risco de uma guerra real, nem mais nem menos", avaliou Slutsky.

Na entrevista, o presidente norte-americano pediu que os EUA, a Rússia e a China abandonassem suas armas nucleares.

"Todos nós temos que nos livrar [delas]. A Rússia precisa se livrar deles, e a China precisa se livrar deles", declarou Trump.

Seus comentários vieram em meio a relatos de que a Casa Branca está preparando um ambicioso tratado de controle de armas com a Rússia e a China.

No entanto, Slutsky, chefe da Comissão de Assuntos Internacionais da Câmara Baixa da Rússia, mostrou-se cético em relação ao desarmamento nuclear dos EUA, apontando que os EUA aumentaram seu orçamento militar em US$ 716 bilhões este ano.

Em fevereiro, os EUA também se retiraram unilateralmente do Tratado INF de 1987, que proíbe mísseis terrestres com alcance entre 500 km e 5.500 km, acrescentou.

"Assim, a declaração de Donald Trump só poderia ser interpretada como uma jogada de publicidade, típica para este presidente. Ele frequentemente faz afirmações contraditórias uma após a outra", concluiu Slutsky.

Mais cedo, o presidente Trump e vários altos funcionários, incluindo o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, sugeriram negociações para um novo tratado nuclear, incluindo China e Rússia, mas nenhuma sugestão particular foi feita.

"Estou certo de que, em algum momento no futuro, o presidente Xi e eu, juntamente com o presidente russo Putin, começaremos a falar sobre uma suspensão significativa do que se tornou uma grande e incontrolável corrida armamentista. Os EUA gastaram 716 bilhões de dólares ano. Louco!", escreveu no Twitter.

Em contraste, a administração Trump tem um histórico muito sólido de retirada de acordos internacionais. Desde que entrou no Salão Oval em 2016, Trump retirou-se do acordo climático de Paris, a Parceria Trans-Pacífica (TPP), um acordo comercial entre 12 países do Pacífico e o NAFTA, grupo formado por EUA, Canadá e México.

Em 2018, os EUA anunciaram sua retirada do acordo nuclear com o Irã, causando tumulto e críticas internacionais.

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