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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Força Aérea dos EUA deixa de aceitar aviões-tanque da Boeing

As Forças Armadas norte-americanas rejeitaram o recebimento de novos aviões-tanque KC-46A pela segunda vez em apenas um mês.


Sputnik

Segundo a mídia The Seattle Times, os pilotos da Força Aérea dos EUA se recusaram a pilotar estas aeronaves por motivos de segurança.

Boeing KC-46 Pegasus
Boeing KC-46 Pegasus © Foto: Departamento de Defesa dos EUA

A presença de instrumentos e escombros dentro de uma aeronave pode corresponder a um grave perigo, isso porque os objetos podem se mover durante o voo, causando curto-circuito ou danificando o sistema.

Entretanto, a culpa não é apenas dos mecânicos que deixaram coisas dentro das aeronaves, mas também dos profissionais de inspeção que deveriam revisar todas as seções dos aviões antes de serem entregues.

O problema ocorre devido aos planos da Boeing de despedir aproximadamente 1.000 inspetores, ressaltando que naquela ocasião a Força Aérea dos EUA anunciou que não aceitaria mais aeronaves da Boeing até que os problemas fossem resolvidos.

Para piorar a situação da empresa, no dia 23 de março, o fato se repetiu, ou seja, novamente foram encontrados destroços dentro de uma seção de um avião KC-46A, que foi selado durante o processo de fabricação.

A revista norte-americana Popular Mechanics destacou que estes problemas são um indício da atitude negligente feita durante a fabricação das aeronaves, destacando ainda que a situação não é nada animadora para a empresa.

A inclusão dos novos aviões-tanque KC-46A, baseados nos aviões comerciais Boeing 767, estava repleta de contratempos, consequentemente, as primeiras unidades foram entregues à Força Aérea dos EUA com dois anos de atraso, além de exceder custo em US$ 3 milhões.

Vale observar que a primeira vez que os aviões da Boeing apresentaram instrumentos, destroços e resíduos deixados para trás durante o processo de fabricação foi no dia 1° de março.

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