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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Palestina quer Brasil 'longe' de conflito com Israel, diz embaixador

Ibrahim Alzeben deu declaração após jantar com Bolsonaro e embaixadores de países islâmicos. Presidente anunciou há 10 dias abertura de escritório em Jerusalém; entenda polêmica.


Por Mateus Rodrigues | TV Globo — Brasília

O embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Alzeben, afirmou nesta quarta-feira (10) que a Autoridade Palestina quer que o país fique "longe" do conflito histórico com Israel.

Ibrahim Alzeben, embaixador da Palestina no Brasil — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Ibrahim Alzeben, embaixador da Palestina no Brasil — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Alzeben deu a declaração em Brasília após participar de um jantar com o presidente Jair Bolsonaro e com embaixadores de países islâmicos.

O jantar aconteceu dez dias após Bolsonaro anunciar, durante visita a Israel, a abertura de um escritório comercial na cidade de Jerusalém.

A decisão, segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deixou os países árabes incomodados com o Brasil.

"Se me permite, este conflito não é do Brasil. Vamos manter as boas relações com o Brasil, e desejamos ao Brasil o melhor. Fiquem longe deste conflito e vocês ganharão o mundo inteiro", declarou Alzeben ao deixar o jantar.

A decisão de Bolsonaro é polêmica porque, embora Israel considere Jerusalém a capital "eterna e indivisível" do país, a Palestina reivindica a parte oriental da cidade como capital do futuro Estado.

A comunidade internacional reconhece Tel Aviv como capital de Israel.

'Braços abertos'


O jantar desta quarta-feira foi organizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e pelo Ministério da Agricultura.

Durante o encontro, Bolsonaro fez um discurso aos embaixadores no qual afirmou que o governo "está de braços abertos a todos, sem exceção".

Em um trecho divulgado pelo Palácio do Planalto em uma rede social, também disse esperar que os laços comerciais com os países "cada vez mais se transformem em laços de amizade, de respeito e de fraternidade".

Após o jantar, o presidente da CNA, João Martins, afirmou ao colunista do G1 e da GloboNews João Borges que o "mal-entendido" com os países islâmicos agora é "página virada" porque, segundo ele, os embaixadores saíram satisfeitos com as explicações do governo brasileiro.

Dos 41 representantes de países islâmicos convidados, somente os embaixadores de Albânia, Benin, Emirados Árabes, Mali e Suriname não compareceram.

Ao todo, o Brasil mantém relação comercial com 51 países de maioria muçulmana, mas dez não têm representação diplomática no país.

Encontro 'positivo'


Pouco antes das declarações de Ibrahim Alzeben, a ministra Tereza Cristina (Agricultura) e Ernesto Araújo (Relações Exteriores) classificaram o encontro como "positivo".

"O Brasil continuará cada vez mais firme nessa determinação de ser um país amigo de todos os países. O nosso papel, na agricultura, é cada vez mais fortalecer além da amizade o negócio da agropecuária brasileira, com esses grandes parceiros que são esses países da Liga Árabe", disse Tereza Cristina.

Na avaliação do chanceler Ernesto Araújo, não houve "estranhamento" entre o Brasil e os países islâmicos, sequer um "gelo".

"Nunca houve gelo. [...] Sempre é importante que nós mostremos, na prática, que certas coisas que se especula não existem. Temos uma amizade muito grande por todos os países que estão aqui representados", declarou.

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