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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Por que Su-57 russo pode vir a ser um sucesso no mercado mundial de armas?

O caça Su-57 russo ainda não faz parte das Forças Armadas russas, mas cumpriu testes com êxito em batalhas na Síria e, ao contrário do F-22 americano e do J-20 chinês, criados para serem usados só nos países fabricantes, o Su-57 foi elaborado para Força Aeroespacial da Rússia e para clientes estrangeiros.


Sputnik

O Su-57 russo será o segundo caça de quinta geração a ser oferecido a clientes estrangeiros. O primeiro foi o F-35 americano, mas não dá para compará-los, pois a aeronave americana é mais leve e não é projetada para missões de superioridade aérea.

Caças russos Su-57
Sukhoi Su-57 © Sputnik / Yevgeny Biyatov

A aeronave de quinta geração norte-americana F-35 transporta a metade de mísseis ar-ar transportada por caças russos Su-57 e tem apenas um motor, o que a torna mais lenta e menos manobrável. Neste contexto, Military Watch escreve que as especificações de desempenho superior do Su-57 russo, combinadas com o baixo preço que pode se tornar ainda mais barato com o início da produção em massa, pode torná-lo muito atrativo para exportação.

Ao contrário dos EUA, que proibiram a venda de F-22 para outros países e são seletivos na hora de exportar F-35, a Rússia se mostrou disposta a vender o Su-57 a todos os clientes potenciais, ou seja, os interessados em comprar o que não podem — F-22 ou F-35, ainda contarão com a opção russa de quinta geração.

Por exemplo, os Emirados Árabes Unidos tentaram comprar F-35 americano, mas a pressão de Israel, que não quer perder a superioridade aérea, impediu o negócio. A Arábia Saudita não se mostrou interessada em comprar F-35, optando por aviões bimotores mais pesados como o F-15SA.

O Su-57 pode ser interessante para os militares sauditas por poder lhes proporcionar superioridade sobre as modernas aeronaves de combate dos países vizinhos: sobre F-35 turcos, sobre F-15QA qatarianos e até mesmo sobre os Su-30 russos, nos quais o Irã está interessado.

Deste modo, o Su-57 pode reduzir significativamente a dependência dos exércitos de diferentes países a equipamento de países ocidentais, tendo amplas perspectivas no mercado mundial.

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