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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Bolsonaro exalta pracinhas brasileiros que derrotaram o nazifascismo na 2ª Guerra

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro exaltou o exemplo dos militares que o país deve seguir em uma cerimônia realizada nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, em homenagem aos ex-combatentes brasileiros que contribuíram para a derrota do nazismo e do fascismo em um 8 de maio, há 74 anos, na Segunda Guerra Mundial.


Sputnik

"Não tem preço estar ao lado de pessoas que, no passado, garantiram aquilo que é muito mais importante que a nossa vida, que é a nossa liberdade. Minha continência, meu respeito e minha admiração aos homens que estão ao meu lado. Nós temos sim heróis no Brasil. Estes que estão ao meu lado são os heróis de verdade da nossa pátria", declarou.

Presidente Jair Bolsonaro participou de uma cerimônia em homenagem aos ex-combatentes brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial
© Sputnik / Thiago de Araújo

O evento reuniu oficiais do Exército Brasileiro, da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB) no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, localizado no Aterro do Flamengo, no Rio. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Defesa, Fernando Azevedo; da Secretaria-Geral da Presidência, Floriano Peixoto, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, além do prefeito Marcelo Crivella e do governador do estado, Wilson Witzel.

Diplomatas internacionais também estiveram presentes, como o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov, e o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini.

Segundo o presidente brasileiro, "feliz é a pátria que tem as suas Forças Armadas com compromisso de lutar a qualquer preço por sua liberdade e por sua democracia". Bolsonaro declarou ainda que o exemplo daqueles brasileiros que lutaram na Europa contra nazistas e fascistas deve ser incorporado em busca de ordem e progresso.

"Queremos sim por exemplo governar o nosso Brasil e ao lado de pessoas e patriotas, que tenham na alma as cores verde e amarela, colocar o Brasil no local de destaque que ele merece", acrescentou, sob aplausos de militares e veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), que estiveram em solo europeu até 1945, quando teve fim o conflito.

Falando pelas Forças Armadas, o ministro da Defesa exaltou a trajetória dos que lutaram pela democracia na Europa, ressaltando a vocação brasileira para resolução de conflitos. Ele ainda pontuou que a postura pacífica dos militares brasileiros não deve ser confundida com inoperância.

"A marca assertiva que nossos soldados de ontem e de hoje trazem consigo: combater o bom combate e buscar a paz acima de tudo. Sim, buscamos a paz, mas nossa placidez não deve ser percebida como subserviência. Verás que um filho teu não foge à luta. O braço forte, embora muitas vezes silencioso, antecipa conflitos e garante que a paz e a estabilidade estejam sempre asseguradas, para que cada um de nós possa seguir adiante e garantir seu direito à liberdade e à democracia", comentou Azevedo.

Após o discurso de Azevedo e Bolsonaro, 300 pessoas e três instituições foram agraciadas com a Medalha da Vitória, que se destina a agraciar militares e civis nacionais, militares e civis estrangeiros, policiais e bombeiros militares, militares em instituições civis nacionais que tenham contribuído para a difusão dos feitos dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial.

Além deles, também foram homenageados aqueles que participaram de conflitos internacionais em defesa aos interesses do país, os que integraram missões de paz, e os que prestaram relevantes serviços ou apoiaram o Ministério da Defesa no cumprimento de suas missões constitucionais.

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