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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Diplomata russo: Irã vai reiniciar programa nuclear se Europa ceder às pressões dos EUA

O Irã pode facilmente restaurar seu potencial nuclear se a União Europeia (UE) sucumbir à pressão dos EUA para reinstalar as sanções contra Teerã, que foram suspensas sob o acordo nuclear de 2015 (também conhecido como o JCPOA), afirmou um alto diplomata russo.


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O vice-ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, declarou na quinta-feira que o Irã ainda não havia violado seus compromissos sob o acordo nuclear com as potências mundiais. Teerã ainda armazena menos de 130 toneladas de água pesada — material usado como moderador de nêutrons nos reatores.

Uma usina nuclear de água pesada na cidade de Arak, Irã (Foto de arquivo)
Usina nuclear de água pesada em Arak, Irã © AP Photo / ISNA, Hamid Foroutan, File

No entanto, os persas excederão os limites se os membros do JCPOA não encontrarem soluções "em primeiro lugar para garantir os legítimos interesses econômicos da república islâmica", pontuou o diplomata russo após uma reunião com seu colega iraniano em Teerã.

Ryabkov acrescentou que "não há dúvida de que o Irã pode restaurar rapidamente o enriquecimento de urânio em até 20%", como havia feito antes de o JCPOA ter atingido 3,67%. O diplomata, no entanto, rejeitou as preocupações sobre essa possível violação dos termos do JCPOA como uma ameaça "abstrata".

Ele disse que, a fim de manter o programa nuclear do Irã sob controle, é importante garantir a participação de Teerã no Tratado de Não-Proliferação (TNP), "independentemente do destino que cairá sobre o JCPOA".

O JCPOA foi assinado em 2015 pelo Irã, EUA, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Rússia e China para colocar limites às atividades nucleares do Irã em troca da suspensão das sanções. No ano passado, porém, o governo de Donald Trump retirou-se unilateralmente do acordo, voltou a impor sanções severas ao Irã e começou a pressionar outros países a cortarem laços com Teerã. Washington diz que o Irã continua a buscar armas nucleares, uma reivindicação que Teerã nega constantemente.

A Rússia propôs um conjunto de medidas "completas" para salvar o JCPO, que espera continuar trabalhando com o Irã e outros "partidos sensatos", declarou Ryabkov à RT após as negociações bilaterais. Moscou também pediu a todos os parceiros do JCPOA que se reúnam o mais rápido possível para elaborar um roteiro que "não deixe a situação se degradar".

Câmera Digital Nikon D3500 DSLR com lente 18-55mm

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