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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

EUA advertem aviões comerciais de perigo no Golfo Pérsico

Em meio ao atual clima de hostilidade com Teerã, órgão regulador da aviação civil americana, FAA, alerta contra "atividades militares" e "tensões políticas" na região. Iranianos falam de "guerra psicológica".


Deutsch Welle

A Administração Federal de Aviação (FAA) dos Estados Unidos advertiu as companhias aéreas nacionais que sobrevoem o Golfo Pérsico e o Golfo de Oman para que procedam com cautela, devido ao perigo de "erros de identificação".

American Airlines Airbus A330 voando em céu azul

O aviso, em meio à crise entre Washington e Teerã, possivelmente afetará as viagens para e em torno da região. Paralelamente, o governo de Bahrein, aliados dos EUA, instou seus cidadãos que se encontrem no Irã ou Iraque a deixarem imediatamente esses países, por considerações de segurança.

A FAA alertou neste sábado (18/05) todos os aviões comerciais sobrevoando o Golfo quanto a "atividades militares intensificadas e tensões políticas crescentes". Tais atividades "representam um aumento do risco para as operações da aviação civil dos EUA, devido ao potencial para erros de cálculo ou de identificação". Assim, as aeronaves poderão encontrar "interferência não intencional no GPS e congestionamento de comunicações", ocorrendo "com pouco ou nenhum aviso".

A medida é um novo capítulo na guerra de nervos travada nas últimas semanas pelos EUA contra o Irã. Na quinta-feira, o Departamento de Estado em Washington ordenou a retirada de Bagdá de todo o seu pessoal diplomático não essencial, evocando supostas ameaças de milícias antiamericanas apoiadas por Teerã.

No início de maio, os EUA haviam enviado à região um porta-aviões e um esquadrão de bombardeiros B-52, seguidos por mais um navio de guerra e um sistema antimísseis, igualmente citando ameaças por grupos iraquianos armados sob apoio iraniano.

Negando quaisquer ações hostis, os iranianos acusam os americanos de "guerra psicológica". Ambos os lados asseguram não desejar um conflito armado, porém – após os incidentes de sabotagem na região, ataques com drones a um oleoduto saudita e as ameaças dos EUA – crescem os temores de que, em meio à tensão reinante, um incidente desencadeie uma escalada descontrolada.

Avião Airbus - Fênix 777-30

Avião Airbus - Fênix 777-30

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