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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Fim do Tratado INF permite que Rússia desenvolva novas armas, afirma senadora

A revogação do Tratado INF dará à Rússia espaço para desenvolver as armas que atendem às suas prioridades de segurança, disse a principal senadora russa, enquanto o presidente Vladimir Putin apresenta um projeto de lei sobre a suspensão de Moscou do pacto nuclear.


Sputnik

Valentina Matvienko, que preside o Conselho da Federação da Rússia, fez uma declaração pouco depois de Putin ter apresentado ao Parlamento um projeto de resolução sobre a suspensão de Moscou do acordo fundamental da era da Guerra Fria. A medida ocorreu após Washington ter se retirado unilateralmente do Tratado INF em fevereiro.


Valentina Matvienko, presidente do Conselho da Federação da Rússia
Valentina Matvienko © Sputnik / Ekaterina Chesnokova
"Fomos obrigados a reagir dessa maneira nas condições em que fomos colocados", declarou.

A senadora insistiu que a Rússia tomou uma decisão que está "absolutamente certa", pois permite que as Forças Armadas do país adquiram novas armas que "correspondam aos interesses nacionais da Rússia" para "não ficar para trás se nossos parceiros agirem de forma diferente nessa direção".

A retirada do Tratado INF permitirá que a Rússia desenvolva armas anteriormente proibidas pelos termos do acordo, especificamente mísseis terrestres e de cruzeiro baseados na terra, com alcance entre 500 e 5.500 km.

Washington já havia acusado Moscou de testar o míssil 9M729, que supostamente excede o alcance permitido. Essa alegação foi refutada pelo Kremlin, que respondeu que os EUA estão testando drones cujas características não cumprem com o exigido pelo tratado. Funcionários da Rússia também afirmaram que os americanos estão instalando os sistemas de lançamento do MK 41 em alguns países europeus e no Japão, violando, assim, o acordo.

O Tratado das Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF) foi assinado por Mikhail Gorbachev e Ronald Reagan em 1987 e desde então permaneceu sendo um pilar fundamental da segurança europeia. Washington se diz pronta para terminar formalmente o acordo em agosto.

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