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Trump diz que novas sanções dos EUA sobre Irã miram líder supremo

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que os Estados Unidos estão impondo novas sanções sobre o Irã, em meio a uma escalada nas tensões entre os dois países.
Por Steve Holland | Reuters 
WASHINGTON: Trump disse a repórteres que as sanções, que têm como alvo o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, são em resposta à derrubada de um drone norte-americano na semana passada.

OTAN se diz disposta a 'ajudar a Líbia'

A OTAN está pronta para "ajudar a Líbia" na criação de estruturas de segurança se as condições forem favoráveis, declarou o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, em uma reunião com o enviado especial da ONU à Líbia, Gassan Salama.


Sputnik

Stoltenberg realizou uma reunião com Salama na segunda-feira (13) para discutir a situação na Líbia, vindo a expressar profunda preocupação da Aliança com a situação na Líbia e sublinhou que continuará a apelar a todas as partes para que cessem as hostilidades e se juntem ao processo político. Ele deixou claro que não há solução militar para a situação na Líbia, informa a assessoria de imprensa da OTAN.

Soldados e bandeira da OTAN
© REUTERS / Ints Kalnins

Além do mais, a OTAN "está pronta para ajudar a Líbia a criar instituições de segurança eficazes, incluindo um Ministério da Defesa moderno e serviços de segurança eficazes sob o controle civil do governo", mas "será feito a pedido do governo líbio e apenas se as condições de segurança forem favoráveis", destacou.

Em meados de fevereiro de 2011, manifestações maciças foram iniciadas na Líbia para saída de Muammar Kadhafi do poder, depois de mais de 40 anos de controle, vindo a se transformar mais tarde em confronto armado entre forças governamentais e rebeldes.

Em 17 de março, o Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou resolução que prevê a introdução de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia e abre a possibilidade de intervenção militar estrangeira na situação deste país do Norte da África.

A operação das forças da coligação, que teve início em 19 de março, contou, nomeadamente, com a participação do Reino Unido, França, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Itália, Espanha, Dinamarca e Noruega.

Após a derrubada e o assassinato de Kadhafi, em 2011, durante conflito armado, a Líbia atravessa um período de crise aguda. O país está dividido em dois poderes: a leste, o parlamento eleito se reúne em Tobruk, e a oeste, na capital, Trípoli, existe um governo de consenso nacional formado com o apoio da ONU e da UE.

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