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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Rebeldes iniciam retirada no Iêmen

Combatentes houthis começam a sair de três portos no país. Medida é primeiro passo no cumprimento do acordo de cessar-fogo entre insurgentes e governo e visa facilitar entrada de ajuda humanitária para população.


Deutsch Welle

Os rebeldes do houthi no Iêmen começaram neste sábado (11/05) a retirar seus combatentes do porto da cidade de Hodeida, cumprindo um acordo de paz firmado em dezembro, com intermédio da ONU, visando dar fim à pior crise humanitária mundial.

Veículo de combate na zona portuária de Hodeida, no Iêmen
Forças governamentais em Hodeida: acordo prevê retirada das tropas de ambos os lados da região

Mohammed Ali al-Houthi, presidente do Comitê Supremo Revolucionário dos rebeldes houthis afirmou que a retirada de Hodeida e a de dois outros portos menores na mesma província, os de Salif e Ras Issa, começaram às 10h (horário local).

Um oficial do governo internacionalmente reconhecido do Iêmen afirmou não ter conhecimento da operação dos houthis e disse que o governo marcou um encontro com o chefe da missão da ONU que está monitorando o cessar-fogo, o general dinamarquês Michael Lollesgaard.

Na sexta-feira, Lollesgaard afirmou que a retirada dos houthis dos três portos marcaria o primeiro passo prático para realização do cessar-fogo. Ele acrescentou que a medida possibilitará a chegada de ajuda humanitária à população do Iêmen.

Em 13 de dezembro, o governo do Iêmen, apoiado por uma coalizão de países árabes liderada pela Arábia Saudita, e os rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, chegaram a um acordo de cessar-fogo, em conversações patrocinadas pela ONU na Suécia.

O acordo prevê um cessar-fogo em Hodeida e a retirada de combatentes de ambos os lados daquela região. O pacto é tido como um avanço nos esforços internacionais para acabar com a guerra do Iêmen, que dura quatro anos, matou cerca de 60 mil pessoas e levou mais de 20 milhões de pessoas a passar fome, de acordo com a ONU. Quase dois terços da população do Iêmen estão passando algum tipo de necessidade, três milhões estão refugiados.

No entanto, tem havido um atraso na retirada de combatentes, e ambos os lados se culpam mutuamente de violar o cessar-fogo.

Na sexta-feira, a ONU disse que os houthis começariam unilateralmente uma retirada dos três portos sob a sua supervisão e que a operação duraria até terça-feira.

Hodeida é de importância estratégica, devido ao seu porto principal, que é a mais importante porta de entrada do Iêmen. Por lá chegam cerca de 80% das importações e suprimentos de ajuda ao país. A cidade se tornou foco da guerra no ano passado, quando a coalizão tentou duas vezes reconquistar o porto, para cortar a principal linha de abastecimento dos houthis.

A cidade do Mar Vermelho está sob controle rebelde desde o final de 2014.

O conflito no Iêmen começou naquele ano, com a tomada da capital Sanaa pelos rebeldes houthi, apoiados pelo Irã, que derrubaram o governo de Abed Rabbo Mansour Hadi. Uma coalizão liderada pela Arábia Saudita, aliada ao governo internacionalmente reconhecido do Iêmen, combate os houthis desde 2015.

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