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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Bombardeiro russo pode ser extremamente 'desagradável' para EUA, diz revista

Recentemente, o Ministério da Defesa russo divulgou imagens do aguardado bombardeiro estratégico Tu-22M3M em ação.


Sputnik

Na divulgação é possível ver o bombardeiro em manobras de decolagem, voo e pouso.

Tu-22M3M, bombardeiro modernizado russo, é visto durante a cerimônia de rolagem, na Fábrica de Aviões de Kazan
Tupolev Tu-22 M3M © Sputnik / Maksim Bogodvid

A assessoria de imprensa da Tupolev informou que a aeronave teve 80% de seus aviônicos substituídos, o que aperfeiçoará a precisão da navegação e o nível de automação, além de otimizar a manutenção técnica e o pré-voo, segundo a revista The National Interest.

A aeronave também contará com a integração do sistema de navegação GLONASS, interface digital integrada, cabine de vidro e contramedidas de guerra eletrônica (ECM).

A Rússia deixa claro que está atualizando seus modelos com o que há de melhor em tecnologia, mantendo o chassi da era soviética, ou seja, o país está modernizando sua frota com o que há de melhor, sem elevar os custos de pesquisa e desenvolvimento, além de acelerar o desenvolvimento de seus projetos.

Porém, não são apenas os aviônicos que importam na era da guerra moderna e, pensando nisso, os russos integraram no pacote de atualizações a inclusão de até três novos mísseis Kh-32 no Tu-22M3M.

O Kh-32 foi desenvolvido como um míssil antinavio, mas também é eficaz contra alvos de infraestrutura crítica, como pontes e usinas elétricas, possibilitando uma maior flexibilidade ofensiva, o que torna a aeronave "única" ao desempenhar papéis táticos, estratégicos e operacionais.

Com isso, o bombardeiro será uma das poucas aeronaves compatíveis com o míssil Kh-47 Kinzhal, com velocidade Mach 10, revelado pelo presidente russo, Vladimir Putin.

Segundo o especialista militar Yuri Knutov, o Tu-22M3M é a ponta de lança de uma nova estratégia de projeção de força.

Além disso, o bombardeiro provavelmente será capaz de pousar na maioria dos terminais, utilizando os pontos de decolagem. Dessa forma, os Tu-22M3M podem ser enviados para a Crimeia, no mar Negro, onde entram regularmente destróieres norte-americanos.

Nesse caso, se as tensões aumentarem, a presença dos bombardeiros Tu-22M3M será uma surpresa extremamente ‘desagradável’ para a Marinha norte-americana, refere a mídia.

A Força Aérea russa deverá receber os primeiros bombardeiros Tu-22M3M em 2021, enquanto dezenas de Tu-22M3 serão modernizados com o pacote de atualização M3M.

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