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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Business Insider: F-35 é um dos piores armamentos no exército dos EUA

O caça de quinta geração F-35 foi incluído na lista dos piores modelos de armamento em desenvolvimento das Forças Armadas dos EUA pelo portal norte-americano Business Insider.


Sputnik

Segundo a mídia estadunidense, um grande número de falhas técnicas e problemas de produção tem acompanhando o programa de elaboração do F-35 ao longo de todo o tempo. Em resultado da última inspeção, o Pentágono concluiu que se mantêm os problemas com a segurança e as capacidades de combate do avião.

Cabine de pilotagem do caça norte-americano F-35C Lightning II
CC BY-SA 2.0 / U.S. Navy/Ethan J. Soto / USS CARL VINSON F-35C FLIGHT OPERATIONS

Mais, os custos do programa de exploração da aeronave atingiram US$ 1,2 trilhões (R$ 4,7 trilhões), indicou o portal norte-americano.

Além do F-35, também os destróieres de classe Zumwalt, os navios de guerra destinados a operar na zona litorânea (LCS, na sigla em inglês), os porta-aviões de classe Gerald Ford, assim como o canhão eletromagnético foram incluídos na lista composta pelo Business Insider.

Os destróieres da classe Zumwalt têm tido problemas com os motores, eletrônica, armamento e, provavelmente, com a furtividade, apesar de bilhões de dólares terem sido gastos na criação deles, referiu o portal.

Os navios do tipo LCS também sofrem de uma série de falhas técnicas. Entretanto, sua capacidade de sobrevivência em condições de combate intenso causa preocupação, sublinhou o autor do artigo.

Os porta-aviões da classe Ford têm problemas semelhantes. Assim, a inspeção do Pentágono estabeleceu que sistemas críticos para as missões aéreas não são seguros, apontou o BI.

O dispendioso canhão eletromagnético, que tem estado a ser desenvolvido ao longo de mais de dez anos nos EUA, tem falhas técnicas tais como a cadência de tiro limitada e um consumo considerável de energia, o que não lhe permite substituir o armamento atual, indica o portal.

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