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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Caça norte-americano F-16 é 'o mais caro aspirador de pó', diz político europeu

Os EUA não se mostram camaradas com a Bulgária e tentam vender ao país "o mais caro aspirador de pó", declarou, o presidente do partido Alternativa para o Renascimento da Bulgária (ABR, na sigla em inglês), Rumen Petkov, comentando negociações de compra dos caças norte-americanos F-16.


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"Em minha opinião, não dá para se falar em camaradas quando tentam te vender o mais caro aspirador de pó em forma de F-16", declarou Petkov em entrevista ao Kanal 3, acrescentando que a compra de aviões de guerra norte-americanos não seria relevante para a Bulgária.

Caça F-16
F-16 Fighting Falcon © AP Photo / Go Bum-jun/Newsis

Anteriormente em abril, Rumen Petkov afirmou que a Bulgária "não assustaria ninguém com os caças", ao contrário, só "contribuiria com dois bilhões de dólares para a economia dos EUA".

Em dezembro do ano passado, a comissão interministerial búlgara, ao considerar as propostas dos EUA, Suécia e Itália, decidiu a favor da compra de caças norte-americanos, o que foi considerado por Petkov um ato de traição nacional. O político chegou até mesmo a enumerar motivos para que Bulgária optasse por outras aeronaves.

"Só o F-16 tem um motor. Não há nenhum piloto que prefira um motor ao invés de dois", declarou Petkov em dezembro.

Além do mais, o político apontou que a Bulgária deverá pagar pela importação de cada peça de reserva para os F-16, já se tivesse optado por caças italianos, a importação das peças não acarretaria pagamento.

"A empresa Eurofighter tem fábricas quase em toda a Europa. Seria mais lógico se ela construísse mais uma na Bulgária", afirmou o presidente do partido búlgaro, que se mostrou a favor também da compra de caças suecos Gripen, que estão muito presentes no continente europeu.

Conversações sobre compra de caças F-16 foram iniciadas em maio, e se espera que elas acabem em junho. O ministro da Defesa da Bulgária, Krasimir Karakachanov, declarou que o preço proposto pelos EUA ultrapassa consideravelmente o orçamento do seu país. Ele admitiu a possibilidade de reconsiderar propostas anteriores.

Ex-ministro da Defesa da Bulgária, Nikolai Nenchev, que é a favor da compra dos caças norte-americanos, duvida que a Bulgária realmente queira comprar os F-16. De acordo com ele, o país pode jogar "um cenário sinistro", e, de fato, tenciona adquirir caças Gripen.

Aviao F-16D Fighting Falcon - HOBBYBOSS

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