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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Cientista político militar: na Força Aérea dos EUA existem 'lacunas' graves

Nos EUA, o número de bombardeiros estratégicos B-1B Lancer prontos para combate é "de algumas unidades em várias dezenas" que estão em serviço, de acordo com relatos da mídia. O cientista político militar Andrei Koshkin comentou essa publicação para a Sputnik.


Sputnik

O número de bombardeiros estratégicos americanos B-1B Lancer prontos para combate é muito pequeno, relata a Sputnik com referência a Military Watch. Esta última, por sua vez, refere-se aos dados do comitê da Câmara dos Representantes do Congresso dos EUA para as Forças Armadas. Andrei Koshkin comentou essa publicação para o serviço da rádio Sputnik.

Os bombardeiros B-1B Lancer dos EUA
B-1B Lancer © REUTERS / Staff Sgt. Steve Thurow/ Força Aérea dos EUA

"Durante sua campanha eleitoral, [o presidente dos EUA, Donald] Trump não concentrou sua atenção apenas no 'cinturão da ferrugem' dos EUA, onde as empresas industriais estão em colapso devido à transferência da produção para outros países. Ele também falou sobre a frota de aeronaves desatualizada e a necessidade de novas encomendas de novas aeronaves”, disse o especialista.

Koshkin indica que este foi provavelmente o primeiro sinal, e hoje a publicação no Air Force Times é apenas uma confirmação da existência de "lacunas" graves nas Forças Armadas dos EUA, inclusive na sua Força Aérea. Segundo o especialista, o mundo pode estar começando a comparar as empolgadas declarações sobre o poderio das Forças Armadas americanas com tais relatórios sobre a situação real da sua frota de aeronaves.

A razão do estado deplorável da frota de B-1B é a idade dos aparelhos, o último dos quais foi produzido há 31 anos, bem como a falta de recursos necessários para sua manutenção. De acordo com uma das subcomissões do Congresso, a situação com os B-1B deteriorou-se tanto que suas tripulações estão sendo transferidas para outras aeronaves, já que não há aviões suficientes para treinamento.

O B-1B é um bombardeiro estratégico supersônico com asa de geometria variável, um dos três tipos de bombardeiros pesados da Força Aérea dos EUA. Foi projetado para destruir alvos estratégicos do inimigo com armas nucleares e convencionais, bem como para apoiar forças convencionais. Ele foi usado em operações da Força Aérea dos EUA no Kosovo, Afeganistão, Iraque e Síria. No total, há 62 aeronaves deste tipo na aviação americana.

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