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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Pior massacre nazista contra civis na França completa 75 anos

Em Oradour-sur-Glane, nazistas executaram 642 pessoas. Maioria das vítimas eram mulheres e crianças que foram queimadas vivas. Ruínas da vila foram transformadas em memorial para lembrar crueldade cometida ali.


Jane Mcintosh | Deutsch Welle

A França lembrou nesta segunda-feira (10/06) os 75 anos do massacre de Oradour-sur-Glane numa cerimônia nas ruínas da vila, que foi palco do pior ataque nazista contra civis no país durante a Segunda Guerra Mundial. Soldados alemães mataram 642 moradores do local.

Ruínas de Oradour-sur-Glane
Ruínas de Oradour-sur-Glane viraram memorial

A ministra francesa de Estado, ligada ao Ministério da Defesa, Genevieve Darrieussecq, prestou homenagem aos mortos e participou de uma passeata pelas ruínas da antiga vila, localizada na região central da França.

O massacre ocorreu apenas quatro dias depois do Dia D – a invasão dos aliados da França ocupada pelos nazistas. Os civis teriam sido mortos, no entanto, em retaliação ao rapto de um soldado alemão pela resistência francesa.

No dia 10 de junho de 1944, o regimento "Der Führer" da divisão de tanques da SS (organização paramilitar ligada ao partido nazista) foi enviado para a pequena vila de Oradour-sur-Glane, localizada a 20 quilômetros ao norte de Limoges.

Mulheres e crianças foram reunidas e levadas para a igreja da vila que foi incendiada. Aqueles que tentavam escapar das chamas eram fuzilados. Os homens foram metralhados em celeiros e garagens. Soldados vasculharam ainda toda a vila em busca de sobreviventes para mata-los. Após o massacre, Oradour-sur-Glane foi queimada.

Ao todo, 642 pessoas foram mortas. Entre as vítimas havia 246 mulheres e 207 crianças, seis delas bebês com menos de seis meses.

Depois do massacre, o então presidente francês Charles de Gaulle ordenou que as ruínas da vila, intactas, fossem transformadas num memorial em lembrança dos assassinatos e da crueldade cometida ali.

Até hoje não se sabe exatamente os motivos que ocasionaram o massacre. Em 1953, um tribunal militar em Bordeaux ouviu acusações contra 65 dos 200 alemães que participaram das mortes. Em 2014, um tribunal em Colônia, no oeste da Alemanha, apresentou acusações contra um ex-membro da SS de 88 anos que participou da ação, mas o julgamento foi suspenso por falta de testemunhas.

Em 2004, o então chanceler federal alemão Gerhard Schröder participou das cerimônias que marcaram o Dia D na França e prometeu que a Alemanha jamais esqueceria as atrocidades nazistas, mencionando especificamente Oradour-sur-Glane. Em 2013, o então presidente alemão Joachim Gauck visitou a vila com o presidente francês François Hollande.

Cerca de 30 mil pessoas visitam a vila memorial por ano.

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