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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Que 'arma secreta' da China pode abalar defesa dos EUA?

Em um eventual conflito militar entre os dois países, vale ressaltar que as armas norte-americanas são quase totalmente dependentes de materiais produzidos pela China, e por isso, os EUA podem ser vítima da guerra comercial que eles próprios desencadearam.


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Apesar de o presidente Donald Trump afirmar que a China tem mais a perder do que os EUA em uma guerra comercial, os críticos afirmam que os norte-americanos possuem uma grande vulnerabilidade com a qual não conseguem lidar, já que os chineses têm grande influência por meio do controle de materiais críticos, segundo o portal FP.

Tanques de combate de Abrams da 4ª Divisão de Infantaria do Exército dos EUA, a 3ª Brigada de Combate da Equipa, do 68º Armamento do Regimento e do 1º Batalhão de vagões chegam à estação ferroviária de Gaiziunai a cerca de 110 km a oeste da capital Vilnius, Lituânia.
© AP Photo / Mindaugas Kulbis

Isso porque grande parte dos avançados equipamentos norte-americanos dependem totalmente de componentes produzidos com metais de terras raras, incluindo itens críticos como magnetos permanentes e ligas especializadas, que são fabricados exclusivamente na China, ou seja, em caso de os EUA entrarem em um conflito militar, eles dependerão exclusivamente da China para repor seus armamentos.

"A China é capaz de impactar os suprimentos dos EUA através de certos controles técnicos", afirmou o jornal Global Times, referindo-se aos materiais críticos.

Após a inclusão pelos EUA da empresa de telecomunicações chinesa Huawei em uma lista negra, os chineses poderiam incluir os EUA em uma lista similar, o que restringiria o fornecimento de tecnologia aos EUA.

Isso significa que as capacidades de combate dos EUA estão quase totalmente nas mãos do país que passou a ser visto pelas autoridades de segurança nacional dos EUA como um concorrente e rival estratégico, ou seja, os chineses podem determinar o resultado de qualquer conflito, resultando em uma mudança hegemônica.

Para se ter uma ideia, todos os equipamentos avançados como veículos de combate, mísseis, sistemas guiados, radares, motores de caças dos EUA dependem desses materiais, e é por isso que o Pentágono está há anos lutando para resolver essa questão da vulnerabilidade relacionada aos materiais críticos, mas sem qualquer sucesso até o momento.

"A China representa um risco significativo e crescente para o fornecimento de materiais e tecnologias estratégicas e críticas para a segurança nacional dos EUA", concluiu o relatório norte-americano.

Diversos especialistas acreditam que a China não agirá dessa forma imediatamente, mas, se a guerra comercial continuar, os chineses podem explorar a vulnerabilidade dos EUA, afetando diretamente seu avanço tecnológico.

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