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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Taiwan pede tanques e mísseis dos EUA em negócio de US$ 2 bilhões; negociação irrita Pequim

Taiwan confirmou nesta quinta-feira (6) que pretende comprar tanques e mísseis antitanque de última geração dos Estados Unidos. A negociação gerou uma repreensão da China.


Sputnik

O Ministério da Defesa de Taipei pediu formalmente 108 tanques de batalha M1A2 Abrams, mais de 1.500 mísseis antitanque Javelin e TOW e 250 mísseis antiaéreos Stinger.

Tanques M1Abrams da OTAN (foto de arquivo)
Tanques M1 Abrams © Sputnik / Sergei Melkovonov

A solicitação estava prosseguindo "normalmente", acrescentou o ministério.

O governo dos EUA deu ao Congresso uma notificação informal de seu plano para vender o equipamento em um acordo de US$ 2 bilhões, informou a Bloomberg News.

Pequim disse ter "preocupações sérias" sobre a venda.

"Temos repetidamente enfatizado aos Estados Unidos que entendam totalmente a natureza extremamente sensível e prejudicial de sua decisão de vender armas para Taiwan" disse Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (6).

Geng disse que o princípio da "China Única" deve ser respeitado.

Taiwan foi governada separadamente desde o fim de uma guerra civil em 1949, mas a China ainda a vê como seu território e prometeu tomar a ilha à força se necessário.

Pequim intensificou significativamente a pressão diplomática e militar em Taipei desde a posse do presidente Tsai Ing-wen, em 2016. Ele é adota uma postura mais crítica com Pequim do que seus antecessores.

A China ordenou exercícios militares perto da ilha e reduziu constantemente o número já pequeno de nações que reconhecem Taiwan.

Os Estados Unidos trocaram o reconhecimento diplomático de Taiwan pelo da China em 1979, mas Washington continua sendo o principal aliado não oficial de Taipei e tem uma obrigação congressional de vender armas para Taiwan - regra que constantemente abala sua relação com Pequim.

Nos últimos anos, Washington tem tido cautela em fazer vendas de armas de grande porte para Taiwan, com medo de alimentar a ira da China.

Mas o presidente Donald Trump procurou fortalecer os laços com Taipei e parece mais disposto a vender armamentos.

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