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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Paquistão protesta formalmente contra violação de espaço aéreo pela Índia



Islamabad, 18 dez (EFE).- O Governo do Paquistão transmitiu hoje um protesto formal à Índia pela violação de seu espaço aéreo supostamente por aviões indianos no fim de semana passado, informou o Ministério de Exteriores paquistanês em comunicado.

As autoridades de Exteriores chamaram hoje para consultas o conselheiro da legação diplomática indiana em Islamabad, a quem entregaram uma nota de protesto.

"Entregamos uma notificação (ao conselheiro), transferindo a preocupação do Governo do Paquistão sobre a violação técnica do espaço aéreo por parte de aviões indianos nos dias 12 e 13 de dezembro", disse o Ministério.

A fonte acrescentou que a ação dos aviões viola o acordo que os dois países assinaram em 1991.

Na noite do último dia 13, autoridades paquistanesas informaram que aviões indianos sobrevoaram quatro quilômetros de áreas de seu território na região da Caxemira e nas cercanias da cidade oriental de Lahore, na região de Punjab.

Islamabad disse então que a violação não foi de propósito e preferiu não entrar na escalada de tensão gerada entre as duas potências nucleares desde os atentados na cidade indiana de Mumbai.

Nova Délhi negou as violações do espaço aéreo paquistanês.

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