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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
Sputnik

Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Israel ataca Faixa de Gaza e deixa seis palestinos feridos

Opera Mundi

O porta-voz das Forças de Defesa de Israel confirmou nesta sexta-feira (19/11) que aviões de guerra israelenses atacaram três alvos na Faixa de Gaza, de acordo com informações do jornal israelense Haaretz. Segundo o exército de Israel, o ataque teria sido uma resposta ao lançamento de foguetes e morteiros por militantes palestinos.

“O exército israelense responsabiliza somente o Hamas pela atual situação na Faixa de Gaza”, diz um comunicado.


Na quinta-feira (18/11),  três projéteis foram lançados da faixa palestina e atingiram o território israelense, sem causar feridos. Um dos foguetes, do tipo Grad-Katyusha, caiu no norte da cidade de Ofakim, enquanto os outros dois, de menor alcance, alcançaram os arredores de Gaza. 

O grupo palestino Comitês de Resistência Popular reivindicou a responsabilidade pelos ataques. Segundo os militantes, a ação foi em retaliação pela morte de Islam Yassin, um dos líderes da Al-Qaeda (que teria ligações com o grupo) e de outros dois militantes da mesma organização na última quarta-feira (16/11).

Posteriormente, outro grupo próximo à Al-Qaeda, as Brigadas Ansar al-Sunna, divulgou uma mensagem de ameaça a Israel gravada em hebraico em um site islâmico.

"Em nome de Deus, em nome do todo-poderoso, clemente. Nossa mensagem aos judeus agressores, os que matam nossos irmãos não nos farão cessar a Jihad contra vós", dizia a mensagem, lida por um dos militantes que não se identificou.

De acordo com a agência de notícias palestina Ma'an, o bombardeio israelense deixou seis pessoas feridas, quatro delas moradoras da casa de dois andares que foi atingida pelo primeiro dos bombardeios.

Outros dois ataques deram continuidade ao primeiro bombardeio, ambos na cidade de Khan Yunis, no sul de Gaza, porém não houve feridos a partir do terceiro ataque, que atingiu um campo de treinamento pertencente ao grupo militante Jihad Islâmica. Até agora não há informações de vítimas fatais.

Desde o início de 2009, Israel e os grupos armados de Gaza mantêm um cessar-fogo contra a Faixa de Gaza. Porém, o pacto é constantemente rompido por ambas as partes.

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